Laísa Lima, de 26 anos, fez história no Carnaval do Rio ao se tornar a primeira mulher a comandar uma bateria na Marquês de Sapucaí. Ela liderou os ritmistas da escola de samba Arranco do Engenho de Dentro, que desfila na Série Ouro. A escola homenageou Maria Eliza Alves dos Reis, a primeira palhaça negra brasileira, com o enredo “Gargalhada É o Xamego da Vida”.
Filha do diretor de Carnaval Laíla e da musa da Beija-Flor, Elaine Lima, Laísa tem o samba no sangue. Ela iniciou sua trajetória tocando tamborim e já dirigia esse instrumento na escola dos pais aos 16 anos. Hoje, acumula cargos importantes, atuando como diretora de bateria na Arranco e na Beija-Flor, atual campeã do Grupo Especial.
A ascensão de Laísa representa uma mudança importante no Carnaval, com mais mulheres ocupando posições de liderança nas baterias. Essa conquista reforça a presença feminina em áreas tradicionalmente dominadas por homens, refletindo uma transformação no ritmo da folia carioca.
O Carnaval do Rio de Janeiro registrou um momento inédito no último sábado (14). Laísa Lima, aos 26 anos, tornou-se a primeira mulher a atuar como mestre de bateria solo na Marquês de Sapucaí, liderando os ritmistas da escola de samba Arranco do Engenho de Dentro, que desfila na Série Ouro.
Com o enredo “Gargalhada É o Xamego da Vida”, a escola homenageou Maria Eliza Alves dos Reis, reconhecida como a primeira palhaça negra brasileira. Laísa quebrou uma barreira importante num setor tradicionalmente comandado por homens.
Filha do diretor de Carnaval Laíla (1943–2021) e da musa da Beija-Flor, Elaine Lima, Laísa cresceu em Nilópolis, onde o samba faz parte da família. Começou tocando tamborim e, aos 16 anos, já era diretora desse instrumento na escola dos pais.
Atualmente, ela acumula o cargo na Arranco e atua também como diretora de bateria da Beija-Flor, atual campeã do Grupo Especial do Carnaval do Rio. A Beija-Flor se apresentou na segunda-feira (16) com o enredo “Bembé do Mercado”, que celebra o único candomblé de rua do mundo.
O avanço de Laísa representa uma mudança no ritmo do Carnaval, com mais mulheres ganhando espaço nas lideranças das baterias, reforçando a presença feminina em áreas históricas do samba.
Via Forbes Mulher