Porto Alegre confirmou um novo caso importado de mpox em 2026, segundo a Vigilância Epidemiológica da cidade. A pessoa infectada é residente da capital gaúcha, mas contraiu a doença fora do estado. Em 2025, foram 11 casos registrados na cidade.
As autoridades reforçam cuidados para evitar a transmissão, especialmente com a aproximação do Carnaval. A doença é transmitida por contato direto com lesões ou secreções e apresenta sintomas como febre, dor de cabeça e feridas na pele.
Recomenda-se a higienização das mãos, uso de máscara em locais de aglomeração e atenção a sinais no corpo antes de ir a eventos. Buscar atendimento médico imediato é essencial em caso de suspeita.
Foi confirmado em Porto Alegre mais um caso de mpox em 2026, conforme divulgado pela Vigilância Epidemiológica da cidade. O paciente infectado reside na capital gaúcha, porém a contaminação ocorreu fora do estado, o que configura um caso importado. Em 2025, Porto Alegre registrou 11 ocorrências da doença.
A mpox é causada pelo vírus MPXV, pertencente à família da varíola. A transmissão acontece por meio do contato direto com lesões de pele, saliva ou secreções respiratórias de pessoas infectadas. Os principais sintomas incluem febre, dores musculares, dor de cabeça, fraqueza, gânglios inchados e erupções cutâneas.
Com a chegada do Carnaval, as autoridades municipais reforçaram as orientações de prevenção. Entre as recomendações estão a observação cuidadosa de bolhas, feridas ou lesões na pele antes de frequentar eventos públicos. Em caso de sintomas suspeitos, o atendimento médico deve ser buscado rapidamente.
Outras medidas indicadas para evitar a contaminação recomendam a higienização frequente das mãos, não compartilhar objetos pessoais e, em ambientes com aglomeração ou contato próximo, usar máscaras protetoras. Atualmente, a doença não está em surto, mas segue monitorada no Brasil, com notificações de casos isolados continuando a ocorrer.
Via Danuzio News