Vaticano rejeita convite dos EUA para participar de conselho global de paz

Vaticano descarta convite dos EUA para conselho da paz proposto por Trump, mantendo foco em diplomacia tradicional.
18/02/2026 às 07:41 | Atualizado há 6 horas
               
O Vaticano rejeita convite de Trump e privilegia atuação via ONU para paz global. (Imagem/Reprodução: Danuzionews)

O Vaticano recusou o convite dos Estados Unidos para fazer parte do Conselho da Paz global, uma iniciativa promovida pelo presidente Donald Trump. A Santa Sé alega que a proposta não condiz com seu papel diplomático e de promoção da paz, preferindo os canais tradicionais, como a ONU.

Autoridades americanas tinham a intenção de reunir líderes internacionais e representantes civis para mediar crises globais, mas a iniciativa não teve apoio unânime. O Vaticano destaca que deseja manter sua missão ética e humanitária, afastada de agendas políticas de curto prazo.

Especialistas veem a recusa como uma postura cautelosa diante de projetos unilaterais dos EUA. O Vaticano reforça seu compromisso com negociações multilaterais e a busca por soluções pacíficas em conflitos mundiais.

O Vaticano recusou o convite dos Estados Unidos para integrar o novo Conselho da Paz global, proposto pelo presidente Donald Trump. Segundo porta-vozes da Santa Sé, a iniciativa não está alinhada com a doutrina e o papel tradicional do Vaticano em diplomacia e promoção da paz. Essa proposta visa reunir líderes internacionais para discutir soluções em conflitos pelo mundo.

Autoridades americanas detalharam que o conselho incluiria representantes governamentais, organizações multilaterais e atores civis para mediar crises, desde guerras regionais a tensões globais. Apesar da ideia, a iniciativa não teve apoio unânime entre países e organizações internacionais.

Em seu comunicado oficial, o Vaticano ressaltou que prefere atuar dentro dos canais diplomáticos já estabelecidos, como a Organização das Nações Unidas e entidades dedicadas ao diálogo inter-religioso e direitos humanos. A Santa Sé destacou que sua missão não pode ser influenciada por agendas políticas de curto prazo, mantendo foco em princípios éticos e humanitários.

Analistas interpretam a recusa como uma demonstração de cautela e distância diante de projetos unilaterais de Washington, sobretudo em um cenário global marcado por rivalidades entre potências e conflitos persistentes. O Vaticano reforça seu compromisso com esforços multilaterais e negociações inclusivas para a resolução de crises pelo mundo.

Via Danuzio News

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