Mark Zuckerberg, CEO da Meta, declarou em tribunal que a empresa não desenvolve mais aplicativos com o objetivo de aumentar o tempo de uso dos usuários. O depoimento responde a questionamentos sobre práticas anteriores apontadas por e-mails internos.
O julgamento discute o impacto das redes sociais na saúde mental dos jovens, tema que tornou pública a responsabilidade das plataformas nesse contexto. A Meta nega que suas redes sociais incentivem vício e destaca ações para proteção dos usuários.
Documentos internos indicam que a Meta tinha conhecimento dos riscos associados ao uso das redes sociais, alimentando o debate sobre a responsabilidade das empresas na saúde mental dos usuários jovens.
O CEO da Meta, Mark Zuckerberg, afirmou em tribunal que a empresa não desenvolve mais aplicativos com o objetivo de maximizar o tempo de tela dos usuários. Ele respondeu a questionamentos sobre depoimentos anteriores ao Congresso, nos quais negou que a Meta estabelecesse metas para aumentar o uso de suas redes sociais.
Durante o julgamento que discute o impacto das redes sociais na saúde mental dos jovens, foram apresentados e-mails antigos onde Zuckerberg mencionava estratégias para aumentar o tempo gasto no aplicativo. No entanto, ele esclareceu que a empresa mudou sua abordagem e que seu depoimento atual é preciso.
Este é o primeiro testemunho de Zuckerberg em um caso judicial que trata diretamente da saúde mental de usuários jovens relacionada ao Instagram. A Meta enfrenta acusações de que teria prejudicado a saúde mental de uma usuária desde a infância, alegando que seus produtos incentivaram vício.
A Meta reforça que adotou medidas para proteger os usuários e cita estudos que não comprovam a ligação entre redes sociais e problemas de saúde mental infantil. O julgamento pode definir precedentes para diversas ações semelhantes contra grandes empresas de tecnologia nos EUA.
Nos últimos anos, documentos internos da Meta indicaram que a empresa tinha conhecimento dos riscos, o que alimenta o debate público e jurídico sobre a responsabilidade das redes sociais no bem-estar dos jovens.
Via InfoMoney