Neoenergia enfrenta denúncias de desigualdade no fornecimento de energia no Brasil

Neoenergia é acusada de priorizar bairros ricos e prejudicar comunidades vulneráveis no fornecimento de energia.
19/02/2026 às 06:41 | Atualizado há 3 horas
               
Justiça determina instalação de 1.500 medidores da Coelba na Aldeia Pataxó Xandó. (Imagem/Reprodução: Folhavitoria)

A Neoenergia, uma das maiores distribuidoras de energia do país, enfrenta acusações de priorizar bairros ricos em detrimento de áreas mais pobres, gerando apagões e reclamações de usuários. No sul da Bahia, a Coelba, subsidiária da Neoenergia, foi judicialmente impedida de cortar energia de mais de 1.500 moradores, incluindo indígenas.

Além disso, a empresa tem sido criticada pelo tratamento dado a clientes que questionam cobranças, chegando a protestar nomes em cartório mesmo com pagamentos em dia. Essas práticas levantam dúvidas sobre a gestão e a equidade no acesso à energia.

Esses acontecimentos evidenciam desafios na distribuição de energia no Brasil, impactando comunidades vulneráveis e gerando discussões sobre responsabilidade social e transparência no setor.

A Neoenergia, uma das maiores distribuidoras de energia no Brasil, enfrenta denúncias graves em várias regiões do país. Recentemente, o Ministério Público Federal no Distrito Federal apontou que, em áreas de maior demanda, a empresa priorizaria a manutenção do fornecimento em bairros mais ricos, enquanto deixaria cidades mais pobres sofrerem apagões. Na Aldeia Pataxó Xandó, localizada em Caraíva (BA), a Coelba, que é subsidiária da Neoenergia, sofreu decisão judicial após tentar impedir as ligações de energia para mais de 1.500 moradores, incluindo indígenas e não indígenas que reclamavam da falta do serviço.

Além disso, a distribuidora tem adotado práticas controversas ao lidar com clientes que questionaram seus serviços e valores cobrados. Um caso exposto revelou que uma nativa que contestou a conta teve seu nome protestado em cartório, mesmo pagando em dia, gerando uma polêmica sobre o atendimento e gestão de contratos da área.

Enquanto isso, a figura do ministro da Defesa José Múcio Monteiro aparece mencionada principalmente por seu elevado uso dos jatos da FAB para deslocamentos oficiais, o que também tem gerado debates públicos. A movimentação política e as discussões sobre impunidade no país remontam a críticas históricas, como as feitas pelo ex-vice-presidente José Alencar, que apontava a impunidade como um dos principais problemas nacionais.

Esses episódios refletem desafios nos setores de energia e gestão pública, com repercussão direta na vida de comunidades vulneráveis e queixas quanto à distribuição da energia elétrica no Brasil.

Via Folha Vitória

Artigos colaborativos escritos por redatores e editores do portal Vitória Agora.