Pré-mercado: Destaques para o Índice IBC-Br e a tensão entre EUA e Irã

Mercado acompanha índice IBC-Br no Brasil e tensão EUA-Irã que afeta preços do petróleo e a economia global.
19/02/2026 às 10:01 | Atualizado há 10 horas
               
Notícias e indicadores econômicos que podem impactar os preços dos ativos hoje. (Imagem/Reprodução: Forbes)

Nesta quinta-feira, o mercado financeiro está atento ao índice IBC-Br do Banco Central, que sinaliza uma desaceleração da atividade econômica no Brasil para dezembro. Nos Estados Unidos, expectativas giram em torno dos pedidos semanais de seguro-desemprego e dos resultados da Wal-Mart, além do índice de atividade industrial da Filadélfia.

Ao mesmo tempo, a alta no preço do petróleo Brent, influenciada pela movimentação militar dos EUA perto do Irã, adiciona pressão à inflação americana. O Federal Reserve mantém as taxas de juros estáveis, sinalizando cautela para os próximos meses.

No Brasil, os ETFs ligados ao índice IBC-Br mostram leve alta, enquanto nos EUA os futuros dos índices apontam baixa, indicando volatilidade para os investidores nesta quinta-feira.

Nesta quinta-feira, 19 de fevereiro, o mercado acompanha de perto dados econômicos no Brasil e nos Estados Unidos. No Brasil, o destaque é o índice IBC-Br do Banco Central, que indica uma expectativa de desaceleração de 0,40% na atividade econômica em dezembro, abaixo do crescimento de 0,70% registrado anteriormente.

Nos EUA, os investidores esperam os pedidos semanais de seguro-desemprego, projetados em 223 mil, e os resultados do quarto trimestre da rede varejista Wal-Mart, que refletem o comportamento do consumidor e a atividade econômica local. O panorama econômico americano também inclui o índice de atividade industrial do FED da Filadélfia para fevereiro, previsto em 7,5, contra 12,8 no mês anterior.

Enquanto isso, o petróleo tipo Brent sobe cerca de 1%, negociado a US$ 71 o barril, influenciado pela movimentação militar dos EUA próxima ao Irã. A tensão geopolitica pressiona os preços e pode impactar a inflação americana.

A ata da reunião de janeiro do Federal Reserve não definiu claramente os próximos passos para as taxas de juros, mantendo a expectativa de permanência entre 3,50% e 3,75% ao ano para as reuniões de março e abril. O documento destaca uma expansão econômica sólida, com mercado de trabalho estável, mas inflação ainda preocupante, equilibrada por ganhos em produtividade graças à tecnologia e automação.

O mercado brasileiro mostra leve alta nos ETFs do índice IBC-Br, enquanto os futuros dos índices americanos apontam para queda, sinalizando volatilidade nos negócios hoje.

Via Forbes Money

Artigos colaborativos escritos por redatores e editores do portal Vitória Agora.