O Canal de Corinto, localizado na Grécia, é uma obra que demorou cerca de 2.500 anos para ser concluída. Com cerca de seis quilômetros e paredes de até 80 metros, ele conecta o Golfo de Corinto ao Golfo Sarônico, reduzindo o percurso marítimo ao redor da península do Peloponeso.
A ideia do canal surgiu em 600 a.C., mas a falta de tecnologia atrasou sua construção. Nos tempos romanos, houve interesse mas sem continuidade. Somente no século XIX, com o uso de novas tecnologias, a obra foi finalizada e inaugurada em 1893.
Hoje, o Canal de Corinto é principalmente uma atração turística, embora tenha significado histórico relevante. Após recentes obras de estabilização, o canal está programado para receber cerca de 15 mil embarcações em 2026, reforçando sua importância entre passado e presente.
Algumas construções desafiam o tempo e a história, como o Canal de Corinto, na Grécia, que demorou pelo menos 2.500 anos para ser concluído. Com aproximadamente seis quilômetros de extensão e paredes rochosas de até 80 metros, o canal conecta o Golfo de Corinto ao Golfo Sarônico. Essa ligação encurta consideravelmente a rota marítima ao redor da península do Peloponeso.
A ideia original é atribuída a Periandro, governante de Corinto, por volta de 600 a.C. A falta de tecnologia adequada na época fez com que fosse construída uma estrada para transportar embarcações pequenas por terra usando calcário.
Nos séculos seguintes, líderes romanos como Júlio César e Calígula mostraram interesse no projeto. As escavações só começaram com Nero, em 67 d.C., mas foram interrompidas por sua morte suicida, deixando a obra incompleta.
Somente no final do século XIX, já com o uso de vapor e dinamite, uma empresa grega conseguiu finalizar o canal, inaugurado em 1893. Contudo, a largura reduzida em alguns pontos (cerca de 21 metros) dificulta a passagem de navios comerciais modernos maiores.
Atualmente, o canal tem uso principalmente turístico. Após obras para estabilização das encostas, a passagem reabrirá nesta primavera europeia, com expectativa de algo em torno de 15 mil embarcações para 2026, segundo o gerente-geral George Zouglis. Apesar da predominância de visitantes, o local mantém relevância histórica importante, sendo uma ligação entre épocas.
Via Danuzio News