O câncer de pênis é raro no Brasil, mas o tabu e a falta de informação dificultam o diagnóstico precoce. Sintomas como feridas, nódulos e mudanças na pele podem passar despercebidos, atrasando o tratamento.
Fatores como higiene inadequada, infecção por HPV e redução da circuncisão aumentam o risco da doença. O diagnóstico tardio pode exigir procedimentos cirúrgicos graves e tratamentos como radioterapia e quimioterapia.
Incentivar o diálogo e a busca por ajuda médica é fundamental. A vacinação contra o HPV e a higiene íntima são medidas preventivas importantes para aumentar as chances de cura e reduzir o impacto da doença.
O câncer de pênis é uma condição incomum no Brasil, mas que enfrenta barreiras como o tabu e a escassez de informações. Isso pode atrasar o reconhecimento dos sintomas e dificultar o tratamento. Entre os sinais iniciais estão feridas, nódulos e alterações na pele do órgão, que costumam ser ignorados por muitos.
Especialistas associam o risco da doença a fatores como higiene inadequada, redução da circuncisão em certas populações e infecção persistente pelo HPV. Apesar da baixa incidência, o diagnóstico tardio pode levar a intervenções cirúrgicas rigorosas, incluindo amputação parcial ou total, além do uso de radioterapia e quimioterapia nos estágios avançados.
Um dos obstáculos é a relutância dos homens em buscar ajuda médica, muitas vezes motivada por vergonha ou medo de julgamentos. Por isso, médicos recomendam campanhas educativas para desmistificar o tema, incentivar a autoavaliação e alertar sobre a importância de consultar um urologista diante de sintomas persistentes.
Para evitar a doença, a vacinação contra o HPV e o cuidado com a higiene íntima são apontados como medidas eficazes. Também ressalta-se que o diagnóstico precoce aumenta as chances de cura e reduz impactos físicos e emocionais.
O debate aberto sobre o assunto ganhou importância para quebrar o silêncio, que ainda contribui para o agravamento dos casos.
Via Danuzio News