O Fórum Econômico Mundial destacou 10 tecnologias que terão grande impacto até 2025, como baterias estruturais, terapias vivas e energia osmótica. Essas inovações devem transformar setores como saúde, energia e agricultura.
No Brasil, essas tendências já começam a ser adotadas em áreas como agro e indústria, mostrando a importância de investir em inovação. Tecnologias como metaversos colaborativos e semicondutores avançados podem aumentar produtividade e eficiência.
O sucesso dessas novidades depende da colaboração entre governos, empresas e sociedade, além do desenvolvimento de normas éticas. Adaptar-se a essas mudanças é fundamental para acompanhar o avanço global.
O relatório do Fórum Econômico Mundial sobre as tecnologias que transformam o mundo até 2025 destaca inovações com potencial para impactar diversos setores e o cotidiano. Entre as tendências estão os compósitos de bateria estruturais, que integram baterias na estrutura de veículos, reduzindo peso e aumentando autonomia. Na área da saúde, terapias vivas projetadas prometem diagnósticos e tratamentos personalizados, principalmente para câncer e doenças autoimunes.
Outra inovação é a detecção subterrânea aprimorada, com sensores que podem mapear redes e minerais, favorecendo agricultura sustentável. A energia osmótica também ganha espaço, gerando eletricidade a partir da combinação de água doce e salgada, especialmente útil para regiões litorâneas.
Os metaversos colaborativos industriais são apontados como importantes para design, treinamento e manutenção em ambientes virtuais, reforçando a produtividade. Em tecnologia, semicondutores avançados prometem aumentar desempenho e reduzir consumo energético, importantes para inteligência artificial e computação.
Reatores nucleares modulares surgem como opção de energia escalável e segura. A entrega dirigida de medicamentos visa melhorar tratamentos oncológicos, transportando fármacos com precisão para minimizar efeitos colaterais. Já a agricultura vertical e indoor aposta na produção urbana controlada, que usa menos água e elimina pesticidas.
O documento ressalta que o sucesso dessas tecnologias depende da cooperação entre governos, setor privado e sociedade, além de ações éticas e regulatórias. No Brasil, setores como agro, saúde e indústria começam a se adaptar a essas tendências, indicando que investir nessas tecnologias não é mais opcional para empresas.
Via Folha Vitória