A nova linha Galaxy S26 da Samsung deve chegar ao mercado com poucas mudanças em relação aos modelos anteriores. O design segue quase intacto, mantendo o módulo de câmeras alinhado a um lado, o que impacta a estabilidade do aparelho sobre superfícies.
A bateria apresenta leve aumento apenas no modelo base, enquanto os demais mantêm a capacidade dos lançamentos anteriores. Processadores e câmeras continuam parecidos, sem avanços significativos que chamem a atenção dos usuários.
Além disso, a integração entre acessórios e o ecossistema da Samsung permanece limitada, sem evolução nos recursos da S Pen ou comunicação entre dispositivos. Esses pontos reforçam a continuidade da linha sem mudanças radicais.
O lançamento da nova linha Galaxy S26 da Samsung está próximo, trazendo poucas mudanças significativas em comparação aos modelos anteriores. Desde a geração S23, as atualizações têm se restringido a processadores atualizados, melhorias pontuais no software e ajustes menores. A expectativa é que a Samsung mantenha esse padrão de evolução, sem mudanças radicais no design ou nas funcionalidades.
O design segue praticamente inalterado, com o módulo de câmeras alinhado verticalmente em um dos lados, o que causa instabilidade quando o aparelho está sobre uma mesa. Essa característica vem sendo criticada há anos e não deve ser revisada na linha Galaxy S26. Centralizar o conjunto de câmeras poderia minimizar esse incômodo e melhorar a usabilidade das lentes ultrawide.
Na questão da bateria, o modelo base terá um aumento discreto para 4.300 mAh. Os modelos Plus e Ultra mantêm as capacidades atuais, com 4.900 e 5.000 mAh, respectivamente, ficando atrás das baterias maiores e das tecnologias avançadas usadas por concorrentes chineses. A velocidade de recarga rápida permanece limitada, sendo que o carregador incluso tem potência reduzida, o que pode frustrar usuários que buscam maior autonomia em poucos minutos.
Quanto ao processador, a controversa divisão entre chips Exynos e Snapdragon segue presente, o que gera diferenças de desempenho entre mercados. A Samsung continua optando por esse sistema, mesmo que cause variações na experiência dos usuários.
Nas câmeras, o hardware permanece praticamente o mesmo desde a série S22. A estabilidade na configuração limita avanços significativos na qualidade das imagens, especialmente quando rivais investem em sensores maiores e sensores de ponta.
Por fim, acessórios e integração de ecossistema também ficam pouco alterados, com a caneta S Pen sem conexão Bluetooth e sem avanços nos recursos de comunicação entre dispositivos, mantendo a fragmentação entre plataformas.
Via TecMundo