Fortes chuvas na Zona da Mata de Minas Gerais causaram 36 mortes e deixaram várias pessoas desaparecidas. As regiões de Juiz de Fora e Ubá foram as mais afetadas, com enchentes e deslizamentos que destruíram casas e infraestrutura.
Equipes do Corpo de Bombeiros e Defesa Civil trabalham com cães farejadores e máquinas para encontrar vítimas. Centenas ficaram desabrigados e enfrentam falta de água, energia e acesso. O estado decretou calamidade pública para liberar recursos e o governo federal mobiliza ajuda emergencial.
A preocupação com novas chuvas é grande, e a situação no local é crítica devido a serviços interrompidos e terreno instável. A presença policial foi reforçada para evitar saques e garantir a segurança nas áreas afetadas.
Fortes chuvas recentes na Zona da Mata de Minas Gerais causaram grandes estragos, deixando pelo menos 36 mortos e várias pessoas desaparecidas. As precipitações, em algumas regiões superiores ao volume mensal em poucas horas, provocaram enchentes e deslizamentos que afetaram principalmente Juiz de Fora e Ubá.
Equipes do Corpo de Bombeiros e da Defesa Civil trabalham em operações de busca, utilizando cães farejadores e maquinário pesado para localizar vítimas sob os escombros de casas soterradas. Além dos mortos, centenas de moradores ficaram desabrigados e enfrentam falta de acesso a água, energia elétrica e estradas danificadas.
Em resposta, o governador do estado decretou estado de calamidade pública para facilitar a liberação de recursos e apoio às famílias atingidas. O governo federal anunciou a mobilização de auxílio emergencial e ações de socorro e reconstrução.
A expectativa de novas chuvas preocupa as autoridades, que reforçam a necessidade de vigilância constante para evitar novos deslizamentos e ampliar a segurança da população. Também há registro de saques nas áreas impactadas, o que intensificou a presença policial nas regiões em situação vulnerável.
As condições no local permanecem críticas devido à interrupção de serviços essenciais e à instabilidade do terreno, aumentando o desafio para as equipes de resgate e suporte às vítimas.
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