Disputa política entre Casagrande e Pazolini ganha novo capítulo na Grande Vitória

Disputa política entre grupo de Casagrande e Pazolini se intensifica na Grande Vitória para as eleições de 2026.
25/02/2026 às 16:41 | Atualizado há 3 horas
               
Primeira baixa no grupo de Casagrande marca mudança no cenário em Vila Velha. (Imagem/Reprodução: Vixfeed)

A disputa política para as eleições de 2026 na Grande Vitória começa a se desenhar com mudanças expressivas. A saída do vice-prefeito Arnaldinho Borgo do grupo de Casagrande em Vila Velha sinaliza uma maior acirramento entre as forças políticas locais.

Enquanto isso, o PSB enfrenta dificuldades em Vila Velha e Vitória, onde seus vereadores ainda não formaram uma oposição consolidada. Alguns aliados de Casagrande, como Euclério Sampaio e Gilson Daniel, mostram postura firme, mas os prefeitos de Vitória e Vila Velha já se posicionam na oposição.

Por outro lado, o grupo de Pazolini demonstra maior articulação, agregando nomes como Paulo Hartung e Renzo Vasconcelos. A relação tensa entre o governo estadual e o prefeito de Colatina destaca fragilidades na base governista, revelando um cenário político com correntes distintas e estratégias em desenvolvimento para as eleições de 2026.

A disputa eleitoral em 2026 na Grande Vitória começa a mostrar sinais claros de mudança. A troca de lado do vice-prefeito Arnaldinho Borgo em Vila Velha é a primeira baixa do grupo do governador Renato Casagrande, antecipando uma disputa mais acirrada. Enquanto isso, o Partido Socialista Brasileiro enfrenta dificuldades em Vila Velha e na Câmara de Vitória, onde seus vereadores ainda não se consolidaram como oposição forte ao prefeito Lorenzo Pazolini.

Alguns membros do grupo governista, como o deputado Gilson Daniel e o prefeito de Cariacica, Euclério Sampaio, adotam uma postura mais firme, alinhada ao governador. Na região, os prefeitos da capital e de Vila Velha já se posicionam na oposição, enquanto Euclério mantém apoio a Casagrande. Prefeitos da Serra, como Weverson Meireles, ainda estão mais reservados em suas movimentações políticas.

Apesar da estrutura ainda favorecida ao grupo do governador, o campo liderado por Pazolini mostra maior articulação, agregando lideranças como Paulo Hartung, Evair de Melo, Arnaldinho Borgo e o prefeito de Colatina, Renzo Vasconcelos. A relação tensa entre o governo estadual e Renzo exemplifica as fragilidades na base do Palácio Anchieta.

Com o calendário eleitoral avançando, dois ritmos se destacam: um grupo que intensifica alianças e movimentações, enquanto outro calça estratégias de forma mais cautelosa. A disputa começa a ganhar contornos definidos, com correções necessárias para cada lado, conforme 2026 avança.

Via VIXFeed Notícias

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