Operação desarticula facção com atuação no ES, RJ e MG e prende cinco suspeitos

Polícia prende cinco suspeitos de facção envolvida em tráfico e lavagem de dinheiro no ES, RJ e MG.
26/02/2026 às 11:41 | Atualizado há 3 horas
               
A descrição destaca a ação policial contra criminosos ocultos, focando na exposição e combate. (Imagem/Reprodução: Eshoje)

Policiais civis realizaram a Operação Fim da Rota para desarticular uma facção criminosa. O grupo, ligado ao Terceiro Comando Puro, atua no tráfico interestadual de drogas e armas nos estados do Espírito Santo, Rio de Janeiro e Minas Gerais.

Cinco suspeitos foram presos em diferentes cidades, incluindo o líder que operava do Complexo da Maré. A investigação identificou o uso de comunicação criptografada, veículos com compartimentos ocultos e movimentações financeiras suspeitas para ocultar as ações do grupo.

A ação teve apoio de equipes especializadas desses três estados e focou em integrantes sem passagens criminais. O grupo utilizava transferências via Pix, empresas de fachada e contas de “laranjas” para lavar dinheiro do tráfico.

Policiais civis da Delegacia de Combate aos Crimes Organizados e Lavagem de Dinheiro (DCOC-LD) realizaram a Operação Fim da Rota para desarticular um grupo da facção Terceiro Comando Puro (TCP) envolvido no tráfico interestadual de drogas e armas. A ação prendeu cinco suspeitos em cidades do Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo, onde o grupo atua com uma estrutura hierarquizada e ramificada.

Diferente das operações tradicionais, a investigação focou em integrantes sem passagens criminais, que viviam fora das áreas dominadas pelo tráfico e mantinham rotinas discretas. A inteligência avançada usou análise financeira para identificar movimentações suspeitas envolvendo criptoativos, empresas de fachada e contas de “laranjas” usadas para lavar dinheiro do tráfico.

O líder, que opera do Complexo da Maré, coordenava o transporte de fuzis AR-10 e grandes lotes de drogas entre fornecedores e distribuidores em diferentes estados. O esquema utilizava comunicação criptografada e veículos com compartimentos ocultos para esconder armas e entorpecentes.

Financeiramente, o grupo usava transferências via Pix, depósitos em contas pessoais e empresariais, além de agiotagem para mascarar a origem dos recursos ilícitos. A ofensiva contou ainda com o apoio de policiais civis de Minas Gerais, Espírito Santo e equipes especializadas do Rio para cumprir mandados de prisão e busca em pontos estratégicos.

Via ES Hoje

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