A Keeta, aplicativo de delivery da chinesa Meituan, adiou sua entrada no mercado do Rio de Janeiro. O motivo principal são cláusulas de exclusividade impostas por concorrentes, como 99Food e iFood, que concentram o mercado e dificultam a atuação da empresa.
O presidente de Operações Internacionais da Keeta afirma que uma empresa domina cerca de 80% do setor no Brasil, prejudicando a concorrência. A Keeta havia planejado investir R$ 400 milhões no Rio e atrair 17 mil restaurantes, mas muitos deles têm contratos que impedem a parceria com novos aplicativos.
Desde a estreia no país em outubro, em Santos e São Vicente, a plataforma ampliou sua base para quase 38 mil estabelecimentos, com mais de 2,8 milhões de downloads. A empresa segue buscando alternativas para expandir, enfrentando desafios regulatórios e jurídicos no mercado brasileiro.
A Keeta, aplicativo de delivery da chinesa Meituan, adiou sua chegada no Rio de Janeiro, prevista para março. O motivo são cláusulas de exclusividade adotadas por concorrentes como 99Food e iFood, que criaram um mercado concentrado, dificultando a atuação da Keeta. A empresa manteve o compromisso de investir R$ 5,6 bilhões no Brasil em cinco anos.
Segundo Tony Qiu, presidente de Operações Internacionais da Keeta, o mercado brasileiro de delivery está dominado por uma empresa com 80% do setor, prejudicando a competição. A Keeta havia planejado um aporte de R$ 400 milhões no Rio e contava com o interesse de 17 mil restaurantes, mas muitos tinham contratos de exclusividade com outros apps, limitando os clientes.
A plataforma iniciou operações no país em outubro, primeiro em Santos e São Vicente, expandindo em dezembro para a Grande São Paulo. Desde então, o app foi baixado mais de 2,8 milhões de vezes e aumentou sua base para quase 38 mil estabelecimentos. O principal desafio para crescer, segundo os executivos, são as restrições que afetam quase 50% das grandes redes.
A disputa no setor se intensificou com a entrada da Keeta, que já acionou legalmente a 99Food por “cláusulas de bloqueio”. O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) acompanha o mercado para prevenir abusos, mas até agora não houve mudanças práticas. O presidente da Keeta afirma que o diálogo com concorrentes tem sido complicado, mas a empresa seguirá buscando formas de atuar no país.
Via Startups