A fintech Oxus Finance recebeu um aporte de US$ 2,4 milhões em rodada liderada pela Echo3 para ampliar o uso de stablecoins nas remessas internacionais. A empresa planeja expandir operações para América do Norte, Europa e Ásia, além do Brasil e EUA, oferecendo uma plataforma que utiliza inteligência artificial para escolher as melhores rotas de pagamento cross border.
Fundada há seis meses, a Oxus atende diversos setores, como petroquímico e telecomunicações, facilitando pagamentos internacionais e a gestão de expatriados. A fintech integra emissores de stablecoins, plataformas tradicionais de câmbio e sistemas internacionais, incluindo SWIFT, buscando soluções ágeis nos mercados cripto e tradicional.
A regulamentação em desenvolvimento no Brasil, promovida pelo Banco Central, tende a impulsionar a adoção institucional das stablecoins. A Oxus pretende também criar um hub educacional para esclarecer as diferenças entre os ativos virtuais e apoiar a digitalização financeira corporativa no país.
A fintech Oxus Finance captou US$ 2,4 milhões em uma rodada de investimentos liderada pela Echo3 Participações para ampliar o uso de stablecoins em remessas internacionais. A empresa planeja expandir sua atuação para América do Norte, Europa e Ásia, complementando seus escritórios no Brasil e EUA. Segundo o CEO Fillipe Trentin, o objetivo é oferecer uma plataforma que funciona como um marketplace de rotas para pagamentos cross border, usando inteligência artificial para escolher as melhores opções que consideram cotação e spread.
Fundada há seis meses, a companhia atende clientes dos setores petroquímico, telecomunicações, importação e tecnologia, facilitando o pagamento de funcionários expatriados, entre outras operações. A Oxus Finance atua como agregadora, conectando emissores de stablecoins, plataformas tradicionais de câmbio e sistemas internacionais, incluindo integração com redes como o SWIFT para oferecer soluções rápidas tanto no mercado cripto quanto no tradicional.
O CEO destaca que a regulamentação em andamento no Brasil, com regras definidas pelo Banco Central e recentes propostas para o Marco Legal das stablecoins, abre caminho para maior adoção institucional e consolidação do mercado. Essa legislação busca diferenciar claramente stablecoins lastreadas em ativos reais das algorítmicas, elevando a segurança. A Oxus também pretende criar um hub educacional para esclarecer as diferenças entre os ativos virtuais e apoiar a digitalização das finanças corporativas no país.
Via Startups