Estados Unidos e Israel lançaram a “Operation Epic Fury”, uma ofensiva militar contra o Irã que visa atingir lideranças e alvos estratégicos no país. O presidente Trump destaca que a ação busca incentivar mudanças no governo iraniano após negociações fracassadas sobre o programa nuclear.
Explosões ocorreram em cidades como Teerã e Qom, atingindo áreas importantes como o palácio presidencial. O Irã reagiu com mísseis e drones, aumentando a tensão na região do Golfo. A operação representa um novo capítulo no conflito entre EUA, Israel e Irã, com possíveis efeitos duradouros na segurança global.
Estados Unidos e Israel iniciaram neste sábado (28) uma operação militar conjunta contra o Irã, chamada “Operation Epic Fury”. O presidente Trump afirmou que esta ação representa uma oportunidade para o povo iraniano buscar uma mudança de governo em Teerã. O ataque ocorre após semanas de tensão e negociações fracassadas sobre o programa nuclear iraniano.
Explosões foram registradas em diversas cidades do Irã, incluindo Teerã, Qom e Isfahan. Vídeos confirmam bombardeios em áreas-chave da capital, como o palácio presidencial e o Conselho de Segurança Nacional. Segundo autoridades israelenses, o objetivo inicial é atingir lideranças do país e alvos militares no oeste iraniano.
O governo dos EUA já havia atacado instalações nucleares iranianas em junho, mas desta vez a ofensiva é maior em escala e duração, podendo estender-se por vários dias. O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, afirmou que essa ação busca “criar condições para que o povo iraniano tome seu destino nas próprias mãos”.
Como resposta, o Irã disparou mísseis e drones contra Israel e bases militares americanas no Oriente Médio, incluindo a base aérea de Al Udeid, no Catar. Autoridades do Catar informaram que frustraram ataques ao seu território. A região do Golfo, onde há presença militar americana, está em alerta, e os EUA reforçaram sua presença com uma “armada”, segundo Trump.
Esse episódio marca um novo capítulo na já tensa relação entre EUA, Israel e Irã, com implicações de longo prazo para a segurança regional e global.
Via InfoMoney