Hackers alinhados ao Irã uniram forças para lançar ataques coordenados contra os Estados Unidos e Israel, em resposta a operações militares recentes. Essa aliança envolve mais de 20 grupos diferentes, incluindo o Handala Group, que tem atacado redes de energia e sistemas civis israelenses.
Esses grupos têm utilizado estratégias sofisticadas, como ataques DDoS que derrubaram sites oficiais e o uso de alertas falsos para gerar pânico. A mobilização online é feita principalmente via Telegram, onde os hackers convocam novos participantes para ampliar os ataques.
A escalada na ciberguerra aumenta os riscos para a segurança digital global, especialmente para as infraestruturas críticas dos países envolvidos. A situação reflete o aumento das tensões geopolíticas e a crescente importância da guerra cibernética nos conflitos modernos.
Os hackers pro-Irã se unem em ciberguerra contra EUA e Israel após o ataque conjunto destas nações ao Irã no último sábado (28). Grupos cibercriminosos e hackativistas formaram uma aliança islâmica que tem desencadeado ataques cibernéticos coordenados contra sistemas israelenses e americanos.
Entre os mais ativos está o Handala Group, responsável por ataques recentes a empresas israelenses de combustível e outras ações que incluem disparos de alertas de foguetes em escolas. Agora, o grupo convoca uma mobilização geral via Telegram, chamando todos os envolvidos para ampliar a pressão online e explorando supostas vulnerabilidades, como a de um aplicativo do Comando da Defesa Civil de Israel.
O site Israel News foi derrubado por um ataque DDoS atribuído ao grupo RipperSec. Outras organizações, como B Communications Ltd e Israel Bonds, também parecem ter sido alvo de ataques digitais recentes. O Handala Group usou as redes sociais para avisar sobre ciberataques massivos planejados, prometendo danos à infraestrutura adversária.
Mais de 20 grupos protegem essa aliança. Dentre eles, destacam-se APT Iran, Cyb3rDrag0nzz, Cyber Fattha, além do próprio Handala. O Cyb3rDrag0nzz, por sua vez, afirmou sua adesão oficial à “Sala de Operações Eletrônicas do Eixo da Resistência Islâmica”, manifestando compromisso contra o que chamam de colonialismo americano e sionista.
Esse cenário indica uma escalada nas operações cibernéticas, com implicações diretas na segurança digital da região e dos Estados Unidos, refletindo a tensão crescente entre esses atores globais.
Via Tecmundo