Criança de 2 anos sofre amputação parcial de dedo em creche de Guarapari

Menino de 2 anos tem dedo amputado em creche de Guarapari; caso está sob investigação policial.
28/02/2026 às 16:21 | Atualizado há 4 horas
               
Mãe contesta relato da escola e afirma que filho está traumatizado com o ocorrido. (Imagem/Reprodução: Folhavitoria)

Uma criança de dois anos teve parte do dedo decepada enquanto estava em uma creche municipal no bairro Nossa Senhora da Conceição, em Guarapari. O acidente ocorreu no dia 12 e está sendo investigado pela Polícia Civil.

Segundo a prefeitura, o menino prendeu o dedo em um armário, mas a família contesta essa versão. A criança passou por cirurgia e recebeu um enxerto, permanecendo internada por dois dias.

A mãe registrou boletim de ocorrência e busca responsabilização da creche, que abriu uma sindicância para apurar o caso. A criança também recebeu suporte médico e psicológico das secretarias municipais.

Uma criança de dois anos teve parte de um dos dedos da mão decepada enquanto estava em uma creche municipal no bairro Nossa Senhora da Conceição, em Guarapari. O acidente, ocorrido no dia 12, está sob investigação da Polícia Civil. Segundo a mãe, Aline de Jesus Leal Couto, a unidade escolar avisou sobre o ferimento ainda leve, mas ela só soube da amputação ao chegar ao local.

Profissionais da creche esperaram a chegada da mãe para levar o menino ao hospital. Ele foi atendido no Hospital Infantil Francisco de Assis, passou por cirurgia e permaneceu internado por dois dias. Como a parte decepada não foi encontrada, os médicos aplicaram um enxerto no dedo.

A Prefeitura de Guarapari informou que o menino prendeu o dedo em um armário de forma involuntária e que a escola prestou os primeiros socorros imediatamente, acionando os serviços necessários. Secretarias municipais também ofereceram suporte médico e psicológico, além de instaurar sindicância para apurar o caso.

Por sua vez, o advogado da mãe alega falha da creche e busca indenização e responsabilização, incluindo por dano estético. Aline contesta a versão da escola, afirmando que o filho não tinha força para causar o acidente sozinho e que já sofreu outros ferimentos na unidade sem comunicação adequada.

Ela registrou boletim de ocorrência e levou a criança para exame de corpo de delito no Instituto Médico Legal em Vitória, esperando que todos envolvidos sejam responsabilizados pela situação.

Via Folha Vitória

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