Analistas indicam que a taxa básica de juros Selic deve encerrar o ano de 2026 em 12%, conforme divulgado na pesquisa Focus do Banco Central. A projeção foi revisada para baixo, passando de 12,25% para 12%, e também sinaliza redução para 14,5% na reunião de março, indicando o começo de um ciclo de queda dos juros.
Para 2027, a taxa Selic está prevista em 10,5%, enquanto a inflação medida pelo IPCA deve ficar em torno de 3,91% em 2026 e 3,79% em 2027, dentro da meta perseguida pelo Banco Central. O crescimento do PIB está estimado em aproximadamente 1,8% para os próximos anos.
Esses números mostram uma expectativa de desaceleração gradual dos juros, controle da inflação e crescimento econômico moderado, refletindo o cenário projetado pela economia brasileira para os próximos períodos.
Analistas indicam que a taxa básica de juros Selic deve encerrar 2026 em 12%. A revisão foi revelada na pesquisa Focus do Banco Central, divulgada no último dia 2, quando a mediana das projeções caiu de 12,25% para 12%. A expectativa aponta também uma redução da Selic de 15% para 14,5% na reunião de março, sinalizando início de um ciclo de quedas.
Para 2027, o mercado mantém a projeção da taxa em 10,5%. O levantamento do Focus, realizado até o dia 27 de fevereiro, não captou impactos dos recentes eventos geopolíticos envolvendo os Estados Unidos e o Irã, e apresentou ajustes modestos em outras previsões econômicas.
A inflação medida pelo IPCA permanece estimada em 3,91% para 2026, com ligeira diminuição para 3,79% em 2027. O centro da meta inflacionária oficial está definido em 3%, admitindo um intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos.
As expectativas para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) mantêm-se estáveis, apontando para alta de 1,82% em 2026 e 1,80% no próximo ano.
Esses dados indicam que o cenário econômico projeta uma desaceleração gradual na taxa básica de juros, acompanhada por controle da inflação dentro das metas estabelecidas, e crescimento econômico modesto para os próximos anos.
Via Forbes Brasil