A exportação de sorgo no Brasil enfrenta limitações até julho devido à oferta reduzida, afetada pela concorrência com o mercado interno de ração e etanol. A partir do segundo semestre, a movimentação deve crescer com a colheita da safra nacional, estimada em 6,7 milhões de toneladas, uma alta de quase 10%.
A China, maior importadora mundial de sorgo, abriu seu mercado para o Brasil em 2025, habilitando dez empresas brasileiras para exportação. Essa nova demanda pode impulsionar a produção nacional e ampliar o comércio internacional do cereal.
Além da China, o Brasil planeja exportar uma carga significativa para o Marrocos, aumentando os embarques em relação ao ano anterior. Negociações para habilitar mais empresas ao mercado chinês seguem avançando, o que deve dinamizar ainda mais o setor.
A exportação de sorgo do Brasil enfrenta restrições na primeira metade do ano devido à oferta limitada, já que o cereal concorre com o mercado interno de ração e etanol. Segundo Gabriel Cordeiro, diretor-geral da trading chinesa Hang Tung no Brasil, a movimentação deve crescer a partir de julho, quando a safra nacional começa a ser colhida.
A China, maior importadora mundial de sorgo, abriu o mercado para o produto brasileiro em 2025, habilitando dez empresas nacionais para exportar. Apesar de o Brasil não ser um exportador tradicional, a demanda chinesa pode impulsionar a produção, que a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) estima em 6,7 milhões de toneladas para a safra 2025/26, um aumento de quase 10% em relação ao ano anterior.
Atualmente, a demanda por sorgo é dividida entre mercados de etanol e ração, limitando as exportações. No entanto, a entrada da China no mercado brasileiro traz perspectivas de melhora na liquidez e expansão da produção. Em janeiro, o país fez sua primeira exportação de sorgo para a China desde 2014, com um volume pequeno para degustação do mercado.
Além disso, uma carga significativa de 32 mil toneladas será exportada para o Marrocos em março, o que já ultrapassará os totais de embarques do ano anterior. Cordeiro destaca que há negociações em andamento para habilitar mais empresas à exportação ao mercado chinês, o que pode ampliar ainda mais o fluxo nos próximos meses.
Via Forbes Brasil