Brasil registra menor taxa de desocupação desde 2012 e alta nos rendimentos médios

Taxa de desocupação no Brasil atinge 5,4%, menor desde 2012, e renda média bate R$ 3.652, novo recorde histórico.
05/03/2026 às 19:41 | Atualizado há 4 horas
               
Remuneração média dos trabalhadores brasileiros alcança R$ 3.652, segundo IBGE. (Imagem/Reprodução: Noticiabrasil)

O Brasil atingiu a menor taxa de desocupação desde 2012, com 5,4% no trimestre encerrado em janeiro de 2026, mantendo o índice mais baixo da série histórica. Cerca de 5,9 milhões de brasileiros estavam sem emprego, uma queda de 17,1% em relação ao ano anterior.

No mesmo período, o rendimento médio dos trabalhadores alcançou o valor recorde de R$ 3.652, com crescimento de 2,8% no trimestre e 5,4% em 12 meses. A massa de rendimentos habitual também cresceu, atingindo R$ 370,3 bilhões.

Além disso, a população ocupada chegou ao maior patamar histórico, com 102,7 milhões de pessoas, e a taxa de informalidade caiu para 37,5%, o menor nível desde 2020, refletindo avanços no mercado de trabalho brasileiro.

O Brasil apresenta a menor taxa de desocupação desde 2012, segundo dados recentes da PNAD Contínua Mensal do IBGE. A taxa de desocupação ficou em 5,4% no trimestre encerrado em janeiro de 2026, repetindo o menor índice já registrado na série histórica. Cerca de 5,9 milhões de pessoas estavam desocupadas, o que equivale a uma redução de 17,1% em relação ao ano anterior, representando 1,2 milhão a menos.

Além disso, o rendimento médio dos trabalhadores brasileiros alcançou R$ 3.652, valor recorde na série iniciada em 2012. Este valor teve crescimento de 2,8% no trimestre e 5,4% no ano, enquanto a massa de rendimento real habitual atingiu R$ 370,3 bilhões, também em alta com aumento 7,3% no ano.

A população ocupada chegou a 102,7 milhões de pessoas, o maior contingente já registrado, com um crescimento anual de 1,7%. O nível de ocupação no país está em 58,7%, mantendo estabilidade no trimestre e crescimento de 0,5 ponto percentual em comparação anual.

A taxa de informalidade caiu para 37,5%, o menor índice desde 2020. A redução desse número se deve à queda do emprego sem carteira e ao aumento do registro de trabalhadores por conta própria.

A população desalentada, que desistiu de procurar emprego, ficou estável, com uma queda de 15,2% no ano anterior, representando 2,7 milhões de pessoas.

Setores como Informação, Comunicação e Atividades Financeiras registraram crescimento no número de ocupados, enquanto Serviços domésticos apresentaram queda.

Via Sputnik Brasil

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