O Banco do Brasil lançou o serviço Pix na Argentina, permitindo que brasileiros no país façam pagamentos instantâneos via QR Code. A iniciativa foi realizada em parceria com o Banco Patagonia, controlado pela instituição brasileira, com o objetivo de facilitar transações entre os dois países.
O sistema apresenta valores ao lojista em pesos argentinos, enquanto o cliente visualiza o montante convertido em reais, incluindo a cobrança do IOF na transação. A expectativa é expandir o Pix para outras regiões, focando em locais com forte presença de comunidades brasileiras.
Além de facilitar o comércio e turismo entre Brasil e Argentina, a medida aponta para a internacionalização do Pix, promovendo maior integração financeira para brasileiros no exterior.
Brasileiros na Argentina podem agora usar o Pix para pagamentos no país, graças ao lançamento do serviço nesta sexta-feira (06) pelo Banco do Brasil. Esta iniciativa é o primeiro passo para expandir o sistema de pagamentos instantâneos brasileiro além das fronteiras nacionais. A parceria envolveu o Banco Patagonia, uma instituição argentina controlada pelo próprio Banco do Brasil.
A escolha da Argentina se justifica pela intensa relação econômica e pelo fluxo constante de turistas brasileiros. Com o Pix, qualquer usuário, independentemente do banco, poderá pagar suas compras por meio de QR Code, como já acontece no Brasil, embora a operação inclua a cobrança do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF).
Na transação, o valor é exibido ao lojista em pesos argentinos, enquanto o cliente vê o montante convertido em reais. O Banco do Brasil é responsável pela conversão cambial e por adicionar os impostos aplicáveis, que são mostrados antes da confirmação do pagamento.
Além das instituições bancárias, a empresa argentina Coelsa, especialista em infraestrutura de pagamentos, colaborou no processo de implantação do Pix no país vizinho. Criado pelo Banco Central brasileiro e lançado em 2020, o sistema já reúne mais de 170 milhões de usuários e cerca de 900 instituições participantes.
O Banco do Brasil já avalia expandir o modelo para outras regiões, como América, Europa e Ásia, focando em locais com comunidades brasileiras significativas.
Via Startups