A Confeitaria Rio-Lisboa, situada no Leblon desde 1943, está à venda por R$ 30 milhões. O imóvel é reconhecido como Patrimônio Cultural de Natureza Imaterial pela prefeitura do Rio de Janeiro, garantindo proteção especial por dez anos.
O valor elevado acompanha as restrições da Área de Proteção ao Ambiente Cultural (Apac), o que dificulta mudanças no imóvel e impede grandes empreendimentos imobiliários. Além da confeitaria, a loja vizinha também atrai interesse, e construtoras buscam negociações há dois anos.
Localizada na esquina da Avenida Ataulfo de Paiva com a Rua General Artigas, a confeitaria mantém sua importância histórica e cultural, funcionando com cerca de 60 funcionários e preservando suas características originais mesmo diante das mudanças recentes.
Um endereço tradicional do Leblon, conhecido desde 1943, está no centro de negociações no mercado imobiliário: a Confeitaria Rio-Lisboa. A prefeitura do Rio de Janeiro oficializou o local como Patrimônio Cultural de Natureza Imaterial, com validade de dez anos, e planeja uma placa para integrar o “Circuito dos Negócios Tradicionais” da cidade. O decreto pode impedir mudanças que alterem as características originais da casa.
O imóvel está à venda por R$ 30 milhões, valor alto para a região, principalmente por respeitar restrições da Área de Proteção ao Ambiente Cultural (Apac). As negociações, que já duram dois anos, podem ser influenciadas pela possibilidade de tombamento, o que dificultaria empreendimentos imobiliários.
Além da confeitaria, há interesse na loja vizinha, que abriga a padaria Talho Capixaba desde 2021. Entre as construtoras interessadas no terreno, estão a Itten, que confirmou ter feito propostas, a TGB Imóveis, que negou, e a Mozak, que não comentou. A escassez de terrenos na área faz o metro quadrado de lançamentos girar entre R$ 45 mil e R$ 55 mil.
A Confeitaria Rio-Lisboa fica na esquina da Avenida Ataulfo de Paiva com a Rua General Artigas. O local cresceu ao longo das décadas, agora ocupa três andares e funciona com cerca de 60 funcionários, com horários adaptados desde 2020, devido à pandemia. O imóvel ainda mantém sua importância histórica e cultural no bairro.
Via InfoMoney