O presidente Lula destacou a gravidade do feminicídio no Brasil, onde uma mulher é assassinada a cada seis horas, em sua maioria em ambientes domésticos. Ele ressaltou que, apesar das penas severas, os casos não diminuem e que é preciso agir com urgência.
Para enfrentar esse problema, o governo lançou o Pacto Nacional contra o Feminicídio, unindo os poderes Executivo, Legislativo e Judiciário. Entre as medidas, está o mutirão para prender mais de 2 mil agressores, além de ações preventivas e programas sociais que beneficiam mulheres.
Além das ações contra a violência física, Lula anunciou avanços em políticas que protegem as mulheres no trabalho e no ambiente digital, como o Estatuto Digital das Crianças e Adolescentes e medidas contra o assédio online, reforçando o compromisso do Estado com a segurança feminina.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva fez um pronunciamento na noite de sábado (7) sobre o Dia Internacional da Mulher, destacando a urgência do combate ao feminicídio, que tem uma média de quatro mulheres assassinadas por dia em 2025. Ele alertou que a cada seis horas, um homem mata uma mulher no Brasil, sendo a maioria dessas agressões dentro de casa.
Lula ressaltou que, mesmo com penas ampliadas de até 40 anos para quem comete feminicídio, os crimes não cessam. Para combater isso, o governo lançou o Pacto Nacional – Brasil contra o Feminicídio, que reúne Executivo, Legislativo e Judiciário. Entre as ações, está um mutirão para prender mais de 2 mil agressores, com novas operações previstas.
O presidente afirmou que violência contra mulher é crime e que o Estado vai agir para combatê-la. Além disso, relembrou programas sociais em vigor, como Pé-de-Meia, Gás do Povo, isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil e distribuição gratuita de absorventes.
Outro ponto citado foi a luta para acabar com a escala 6×1, que obriga trabalhadores a seis dias seguidos com um só de descanso, especialmente impactando mulheres. Lula vem buscando apoio no Congresso para a aprovação dessa mudança.
Por fim, ele mencionou a implantação do Estatuto Digital das Crianças e Adolescentes, que cuidará da proteção contra conteúdos impróprios nas plataformas digitais, e anunciou medidas contra assédio online ainda este mês. O objetivo do governo é garantir segurança e liberdade para as mulheres em todas as esferas.
Via Tribuna Online