O governo do Espírito Santo inicia a construção de três novas estações para o Sistema Aquaviário de Vitória, localizadas no antigo Dom Bosco, Forte São João e Ilha das Caieiras. Essas estações somam-se às já existentes em Prainha, Praça do Papa e Porto de Santana.
Com investimento de R$ 62 milhões, a obra visa melhorar a integração e o deslocamento da população, beneficiando trabalhadores e estudantes. A reforma da estação da Praça do Papa também está prevista para atender à demanda crescente.
O sistema operará com sete embarcações, possibilitando novas rotas e maior conforto para os usuários do transporte aquaviário na Grande Vitória.
O governo do Espírito Santo inicia a construção de três novas estações no Sistema Aquaviário de Vitória, reforçando a mobilidade e integração da região. Os novos pontos ficarão no antigo Dom Bosco, no Forte São João, no Centro de Vitória, perto da Praça Pio XII, e na Ilha das Caieiras, em São Pedro. Essa expansão complementa as estações já existentes em Prainha (Vila Velha), Praça do Papa (Vitória) e Porto de Santana (Cariacica), além da estação da Rodoviária de Vitória, prevista para funcionar até julho.
Com um investimento de R$ 62 milhões, a ordem de serviço para o início das obras foi assinada pelo governador Renato Casagrande e pelo vice-governador Ricardo Ferraço no Campo do Racing, na Ilha das Caieiras, durante a feira “Liquida Grande São Pedro”. Para o vice-governador, a ampliação do Sistema Aquaviário facilitará o deslocamento de trabalhadores, estudantes e a população em geral, integrando pontos-chave como Praça do Papa, Prainha, Porto de Santana e São Pedro.
Além da construção das novas estações, será realizada uma reforma na estação da Praça do Papa para atender ao aumento de passageiros. Atualmente, o sistema opera com seis embarcações, e a previsão é de receber a sétima em breve, totalizando sete embarcações e sete estações. Essa ampliação permitirá a criação de novas linhas e mais opções para os usuários.
O Sistema Aquaviário da Grande Vitória avança com ações que prometem otimizar o transporte público aquático, unindo conforto e eficiência para os cidadãos que dependem desse modal.
Via Tribuna Online