A Lua exerce uma força gravitacional que puxa a água dos oceanos, causando variações no nível do mar conhecidas como marés. No litoral brasileiro, essas marés seguem um ciclo aproximado de 24 horas e 50 minutos, com duas marés altas e duas baixas diárias.
O alinhamento da Lua, Terra e Sol intensifica esses efeitos, resultando em marés de sizígia ou quadratura, que alteram a amplitude das marés. Esse fenômeno influencia não apenas o ambiente marinho, mas também o comportamento de diversas espécies costeiras.
Essas variações são fundamentais para a vida nas regiões costeiras, afetando a pesca, a navegação e o equilíbrio dos ecossistemas marinhos, evidenciando a importância do ciclo lunar para a natureza e para as atividades humanas.
A Lua exerce influência direta nas marés por meio de sua gravidade, que atua puxando a água dos oceanos em sua direção. Apesar da massa da Lua ser muito menor que a da Terra, sua proximidade torna essa força gravitacional suficiente para provocar variações no nível do mar ao longo do dia.
O lado da Terra voltado para a Lua sofre maior atração, gerando um abaulamento da água conhecido como maré alta. Curiosamente, o lado oposto também tem maré alta, devido ao movimento conjunto da Terra e da Lua, que formam um sistema giratório. Enquanto isso, as áreas perpendiculares a esses pontos apresentam maré baixa.
Esse ciclo de marés ocorre em média a cada 24 horas e 50 minutos, resultando na maioria dos locais costeiros duas marés altas e duas baixas por dia. Além da Lua, o Sol também influencia as marés, mas em menor intensidade, devido à distância maior entre ele e a Terra.
Quando Sol, Lua e Terra estão alinhados, acontece a maré de sizígia, com marés altas mais intensas. Na configuração em que eles formam um ângulo reto, ocorre a maré de quadratura, com marés mais moderadas. Esses fenômenos explicam as variações nas amplitudes das marés ao longo do mês.
Além do impacto físico, os ciclos das marés coordenam comportamentos de espécies marinhas e costeiras, como peixes, aves e tartarugas, que adaptam suas atividades às mudanças do oceano provocadas pela Lua.
Via Super