Fundador da Tecnogera superou dificuldades e agora lidera empresa que fatura R$ 750 milhões em energia

Conheça a trajetória da Tecnogera, que aumentou seu faturamento para R$ 750 milhões com foco em eletrificação e energia.
11/03/2026 às 19:41 | Atualizado há 12 horas
               
A empresa reinventou seu crescimento com foco em equipamentos elétricos, segundo o fundador. (Imagem/Reprodução: Infomoney)

Após mais de uma década atuando em segurança energética, a Tecnogera fez uma grande mudança em 2021, quando seu fundador recomprou ações da empresa. Na época, o faturamento era de R$ 90 milhões, mas hoje alcança R$ 750 milhões, graças ao foco na eletrificação.

A empresa ampliou sua atuação para o mercado de equipamentos elétricos, adquirindo cerca de 3 mil máquinas movidas a bateria de lítio e consolidando sua posição na América Latina. Cerca de 40% do faturamento atual vem deste segmento moderno.

Apesar das preocupações iniciais sobre infraestrutura para recarga, a experiência da empresa em segurança energética facilitou a adaptação. A Tecnogera planeja continuar crescendo, seja de forma orgânica, por aquisições ou no mercado de capitais, acompanhando a transição energética no Brasil.

Após mais de 10 anos atuando em segurança energética, a Tecnogera mudou sua estratégia em 2021 com a recompra das ações detidas por um fundo de investimento por seu fundador, Abraham Curi. Na época, a empresa faturava cerca de R$ 90 milhões e hoje alcança R$ 750 milhões, impulsionada pelo foco na eletrificação.

Com uma base sólida em fornecimento de energia para clientes críticos, a Tecnogera investiu no mercado de equipamentos elétricos, como plataformas elevatórias movidas por baterias de lítio, substituindo máquinas que antes usavam diesel. Esse movimento acompanha a eletrificação crescente de veículos e máquinas industriais.

Logo no início da transição, a companhia adquiriu cerca de 3 mil equipamentos elétricos, garantindo uma posição relevante na América Latina nesse setor. Cerca de 60% da receita ainda vem do negócio tradicional, enquanto 40% já está ligada à oferta de máquinas elétricas.

Uma preocupação inicial do mercado era a infraestrutura para recarga dos equipamentos, porém, a experiência prévia da empresa em segurança energética facilitou a adaptação às demandas da energia elétrica. O fundador destaca que esse alinhamento foi essencial para o sucesso da mudança.

Abraham Curi destaca que a Tecnogera pretende seguir preparada para diferentes tipos de crescimento, seja orgânico, por aquisições ou por meio do mercado de capitais, consolidando sua atuação na transição energética que avança no Brasil. O podcast Do Zero ao Topo disponibiliza a entrevista completa com o fundador, detalhando essa trajetória.

Via InfoMoney

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