Em 1997, a seita Heaven’s Gate, no sul da Califórnia, chocou o mundo ao realizar um suicídio coletivo de 39 membros. Liderados por Marshall Applewhite e Bonnie Nettles, eles misturavam crenças religiosas com ficção científica, esperando contato com extraterrestres.
Applewhite acreditava ser uma figura apocalíptica e dizia que seres celestiais influenciaram Jesus Cristo. O grupo via o cometa Hale-Bopp como sinal para sua “ascensão”. Entre 24 e 26 de março, os integrantes consumiram sedativos e álcool para abandonar seus corpos.
O caso é um estudo sobre como lideranças carismáticas e crenças extremas podem levar a decisões fatais. Vale destacar que essa tragédia ocorreu nos Estados Unidos e não no Brasil.
Em 1997, o sul da Califórnia foi palco de um evento marcante envolvendo a seita Heaven’s Gate, que terminou em suicídio coletivo de 39 membros. Liderado por Marshall Herff Applewhite e Bonnie Nettles, o grupo combinava crenças religiosas com elementos de ficção científica e a expectativa de contato com seres extraterrestres.
Applewhite afirmou ter vivido uma experiência de quase morte na década de 1970, que o levou a acreditar que ele e Nettles eram as testemunhas descritas no livro bíblico do Apocalipse. O casal adotou novas identidades e recrutou seguidores em viagens pelos Estados Unidos. Inicialmente, o grupo esperava no deserto do Colorado a chegada de um disco voador que jamais apareceu.
Após a morte de Nettles, Applewhite deu continuidade à doutrina que afirmava que seres de um “Reino do Céu” haviam visitado a Terra dois mil anos atrás, influenciando Jesus Cristo, e que essa consciência agora residia nele. Os membros acreditavam que o planeta enfrentaria uma “reciclagem”, um evento que destruiria a humanidade, e que precisavam abandonar seus corpos para alcançar um “Próximo Nível”.
O cometa Hale-Bopp, que passou próximo à Terra em 1997, foi interpretado como sinal de que uma nave espacial os conduziria a essa nova existência. Entre os dias 24 e 26 de março, os integrantes consumiram sedativos com álcool para realizar o suicídio coletivo dentro da casa onde viviam.
O caso Heaven’s Gate é frequentemente estudado para entender o impacto das lideranças carismáticas e das crenças apocalípticas na tomada de decisões extremas.
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