O Hospital Veterinário da Universidade de Uberaba atendeu em janeiro uma macaca-prego chamada Chica, diagnosticada com diabetes mellitus, condição rara entre primatas selvagens do Brasil. Resgatada da Mata do Ipê, ela apresentava dificuldade para respirar e foi tratada durante cerca de um mês por broncopneumonia.
Devido ao quadro de saúde permanente, Chica não pôde retornar à natureza. O Instituto Estadual de Florestas autorizou que ela ficasse sob os cuidados de um mantenedor experiente, em um ambiente com alimentação controlada e acompanhamento médico.
O caso destaca os riscos de alimentar animais silvestres de forma inadequada, que pode causar doenças e desequilíbrios ecológicos. A orientação para evitar alimentar animais na natureza é fundamental para preservar a saúde dos animais e do ecossistema.
O Hospital Veterinário da Universidade de Uberaba atendeu em janeiro uma macaca-prego chamada Chica, que apresentava dificuldade para respirar. Resgatada da Mata do Ipê, ela foi diagnosticada com diabetes mellitus, um quadro raro entre primatas silvestres no Brasil e que, segundo especialistas, está associado a uma alimentação inadequada dada por visitantes.
Com idade estimada entre 20 e 30 anos, Chica permaneceu internada por quase um mês no HVU, onde recebeu tratamento para broncopneumonia. Apesar da melhora no estado geral, ganho de peso e boa adaptação ao manejo alimentar, seu quadro de saúde permanente impediu o retorno à natureza. O Instituto Estadual de Florestas autorizou que a macaca ficasse sob cuidados de um mantenedor de fauna no município, que possui experiência com a espécie e oferece uma estrutura com alimentação controlada, rica em frutas, além de acompanhamento médico.
A escolha busca garantir menos estresse para Chica, que já convive com outras macacas-prego, beneficiando-se do enriquecimento ambiental planejado para facilitar a adaptação.
O caso de Chica evidencia os riscos de alimentar animais silvestres, um problema frequente que pode causar distúrbios metabólicos, dependência alimentar e desequilíbrio ecológico, além de potencial risco de zoonoses. Isso reforça a importância de respeitar orientações que proíbem a oferta de alimentos nos ambientes naturais.
Via Galileu