Árvore de mais de 2.600 anos na Patagônia argentina ainda cresce e impressiona cientistas

Árvore com mais de 2.600 anos na Patagônia argentina continua crescendo e revela segredos ambientais para pesquisadores.
14/03/2026 às 21:21 | Atualizado há 5 horas
               
Descrição destaca idade, altura, raridade e simbolismo da árvore como resistência. (Imagem/Reprodução: Olhardigital)

Na Patagônia argentina, uma árvore chamada alerce é considerada a segunda mais antiga do mundo, com cerca de 2.630 anos. Ela atinge 50 metros de altura e começou a crescer em 600 a.C., muito antes das civilizações romanas e gregas.

Com seu crescimento lento e madeira densa, essa árvore resistiu a ventos fortes e mudanças climáticas por séculos. O estudo dos seus anéis de crescimento revelou informações valiosas sobre o clima dos últimos dois milênios.

Protegida no Parque Nacional Los Alerces, a árvore é um símbolo de longevidade e resistência, destacando a importância da conservação ambiental e o cuidado com ecossistemas únicos para futuras gerações.

Na Patagônia argentina, uma árvore conhecida como a segunda árvore mais antiga do mundo tem cerca de 2 630 anos e alcança 50 metros de altura. Localizada no Parque Nacional Los Alerces, na província de Chubut, esta árvore milenar começou a crescer em 600 a.C., muito antes do surgimento das civilizações romanas e gregas.

Com sua madeira densa e crescimento lento, o alerce resistiu a ventos fortes, tempestades e mudanças climáticas por séculos. Seu tronco guarda informações valiosas sobre mais de dois milênios, que foram descobertas por meio da dendrocronologia, técnica que analisa os anéis de crescimento para determinar a idade e condições ambientais.

Além de ser um registro vivo da história natural da Terra, essa árvore é protegida dentro de uma floresta temperada no parque que é reconhecido pela UNESCO. O local abriga diversas formas de vida e é ponto de interesse tanto para pesquisadores quanto para turistas.

Os estudos com a árvore revelam períodos de seca, frio intenso e fases de crescimento favoráveis, contribuindo para o entendimento das mudanças ambientais ao longo do tempo. A conservação dessa gigante natural reforça a importância de preservar ecossistemas únicos e de longo prazo.

O alerce da Patagônia é um símbolo de resistência e longevidade, destacando a necessidade de cuidar do meio ambiente para garantir que futuras gerações possam conhecê-lo.

Via Olhar Digital

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