O presidente dos EUA, Donald Trump, pediu apoio de aliados como França, Noruega e Japão para o envio de navios ao Estreito de Ormuz, mas não obteve compromisso claro. Essas nações mantêm suas posições, priorizando estratégias defensivas e diplomáticas.
França afirmou que mantém seu grupo de ataque no Mediterrâneo e não pretende alterar sua estratégia. Noruega e Japão também descartaram o envio imediato de embarcações ao estreito, analisando cuidadosamente as decisões militares e legais.
A região do Estreito de Ormuz permanece tensa após confrontos entre EUA, Israel e Irã, afetando a segurança da navegação e impactando o comércio global de energia.
O apelo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para que aliados enviem navios ao Estreito de Ormuz ainda não obteve resposta firme de países como França, Noruega e Japão. Apesar das tensões na região, essas nações afirmam não ter planos para deslocar suas embarcações ao local.
O Ministério das Relações Exteriores da França declarou que mantém seu grupo de ataque de porta-aviões no Mediterrâneo Oriental, adotando uma postura defensiva e voltada à proteção, sem alterar sua estratégia. A ministra das Forças Armadas francesas, Catherine Vautrin, ressaltou a prioridade dada a iniciativas diplomáticas.
Já a Noruega comunicou, via porta-voz do Ministério da Defesa, que não pretende enviar navios ao estreito, embora reconheça a gravidade da situação no Oriente Médio, pedindo respeito ao direito internacional e soluções diplomáticas.
O Japão, por sua vez, enfatiza que as decisões sobre mobilização militar são independentes e orientadas por análises internas, inclusive quanto à legalidade das ações dos EUA e Israel. A pressão americana, principalmente durante visita da primeira-ministra Sanae Takaichi a Washington, pode criar desafios políticos para Tóquio.
As tensões no Oriente Médio, intensificadas desde ataques coordenados dos EUA e Israel contra o Irã, resultam em retaliações iranianas e bloqueios à navegação no Estreito de Ormuz, passagem crucial para o comércio global de energia. A instabilidade tem provocado mudanças nas rotas de petróleo, impactando países e empresas ao redor do mundo.
Via Sputnik Brasil