O Brasil avançou no ranking global de países classificados como democracias eleitorais, segundo o Democracy Report 2026. Esse progresso colocou o país à frente dos Estados Unidos, que foram rebaixados devido a desafios institucionais e concentração de poder.
O estudo destaca que o Brasil mantém eleições regulares e competitivas, mesmo diante de dificuldades. Enquanto isso, os EUA tiveram sua classificação reduzida durante a presidência de Donald Trump, com impactos na liberdade de expressão e no Estado de Direito.
Na América Latina, o Brasil é uma das democracias eleitorais mais relevantes, ao lado de Argentina, Colômbia e Chile. A pesquisa evidencia a dinâmica das democracias globais, com mudanças significativas no cenário político de grandes nações.
O Brasil avançou no ranking global de países democráticos, ultrapassando os Estados Unidos, segundo o Democracy Report 2026. O levantamento classifica o Brasil como uma democracia eleitoral, o que indica a realização de eleições regulares e competitivas, mesmo enfrentando desafios institucionais. O relatório também destaca o país como um exemplo de recuperação democrática após uma fase recente de deterioração.
Nesta categoria, o Brasil aparece ao lado de países como Canadá e Reino Unido, este último também sofrendo impactos por problemas institucionais. Os Estados Unidos, por sua vez, foram rebaixados de democracia liberal para democracia eleitoral, refletindo um processo de concentração de poder e enfraquecimento das instituições democráticas.
De acordo com o estudo, a queda dos EUA ocorreu principalmente durante a presidência de Donald Trump, quando o país registrou impactos no Estado de Direito, na liberdade de expressão e nos mecanismos de controle institucional. Esta situação posiciona os Estados Unidos atrás do Brasil no ranking global.
A América Latina permanece como a segunda região mais democrática do mundo, atrás apenas da Europa Ocidental e da América do Norte, apesar de sinais de deterioração em alguns países. No cenário regional, o Brasil figura entre as democracias eleitorais mais relevantes, ao lado de Argentina, Colômbia e Chile.
O relatório ressalta que a reversão de tendências autoritárias permitiu ao Brasil melhorar sua posição relativa no ranking. A pesquisa mostra um quadro dinâmico das democracias globais e indica mudanças importantes no status político de grandes nações.
Via Sputnik Brasil