O Espírito Santo inicia 2026 com forte atividade econômica nos setores de comércio e serviços, que juntos devem movimentar cerca de R$ 98 bilhões no primeiro trimestre. O comércio lidera com R$ 81,66 bilhões, enquanto os serviços devem alcançar R$ 16,37 bilhões.
O crescimento previsto para o comércio é de 15% em relação a 2025, com destaque para o varejo que deve faturar R$ 25,1 bilhões. No setor de serviços, a alta estimada é de 7,3%, impulsionada principalmente por transportes e setores auxiliares.
O avanço desses setores reflete mudanças no comportamento do consumidor e estratégias que integram lojas físicas e digitais. O principal desafio será converter o crescimento em produtividade e competitividade, valorizando o consumidor.
O Espírito Santo deve iniciar 2026 com a atividade econômica aquecida, especialmente nos setores de comércio e serviços, que devem movimentar juntos cerca de R$ 98 bilhões no primeiro trimestre. O comércio é responsável pela maior parte desse valor, com uma previsão de R$ 81,66 bilhões, enquanto os serviços devem chegar a R$ 16,37 bilhões.
Esses números são baseados em dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e projeções da Federação do Comércio do Espírito Santo. A expectativa é que o crescimento no comércio seja de aproximadamente 15% em relação ao mesmo período de 2025, com destaque para o varejo, que deve movimentar R$ 25,1 bilhões, alta de 9,8%.
O avanço do comércio reflete mudanças no comportamento do consumidor e nos modelos de negócios, que hoje integram lojas físicas, comércio eletrônico e estratégias omnichannel, com investimentos em tecnologia e logística. No setor de serviços, o crescimento previsto é de 7,3%, impulsionado principalmente pelo segmento de transportes, serviços auxiliares e correios, que estima faturar R$ 6,38 bilhões.
Outros setores, como serviços profissionais, administrativos, de informação e comunicação, e os voltados às famílias, incluindo turismo e alimentação, também contribuem para esse cenário. A dinâmica desses setores está ligada à digitalização e maior demanda por transporte e logística, que acompanham a expansão do comércio digital.
O principal desafio para as empresas capixabas será transformar esse crescimento em ganhos concretos de produtividade e competitividade, adotando tecnologias e estratégias que coloquem o consumidor no centro das operações.
Via Eshoje