Neste domingo (22), a orla de Camburi, em Vitória, será palco de uma ação de conscientização sobre o câncer de intestino. Entre 8h e 11h, profissionais e voluntários estarão em frente ao Clube dos Oficiais para orientar sobre prevenção, sintomas, fatores de risco e a importância dos exames.
A iniciativa integra o Março Azul no Espírito Santo e visa ampliar o acesso aos exames preventivos, reforçando a importância da prevenção. O câncer colorretal é o terceiro mais comum no Brasil, com cerca de 45 mil casos por ano, segundo o INCA.
O evento também busca reduzir o diagnóstico tardio, desafio enfrentado em 60% dos casos, especialmente na faixa de risco dos 40 aos 60 anos. Serão distribuídos materiais educativos, frutas e água de coco para os participantes.
A orla de Camburi, em Vitória, será palco de uma ação de conscientização sobre câncer de intestino neste domingo (22). Das 8h às 11h, profissionais de saúde e voluntários estarão em frente ao Clube dos Oficiais para orientar sobre prevenção, sintomas, fatores de risco e exames. Também serão distribuídos materiais educativos, frutas e água de coco.
Essa iniciativa integra o Março Azul no Espírito Santo, que inclui um mutirão de colonoscopia no Hospital Universitário Cassiano Antônio Moraes (Hucam) nesta sexta-feira (20), buscando ampliar o acesso aos exames preventivos. O câncer colorretal é o terceiro mais comum no Brasil, com cerca de 45 mil casos novos anuais, conforme estimativas do Instituto Nacional do Câncer (Inca) para 2023-2025.
O diagnóstico costuma ser feito em estágios avançados em 60% dos casos, segundo o estudo Câncer colorretal no Brasil – O desafio invisível do diagnóstico. No país, o rastreamento oficial começa aos 50 anos, mas a Fundação do Câncer sugere antecipar para 45 ou até 40 anos. Isso se deve ao pico da doença entre os 50 e 60 anos.
O evento na orla reforça a importância de ficar atento aos cuidados e garantir a realização dos exames preventivos, especialmente para quem está dentro da faixa de risco. A ação também visa reduzir o diagnóstico tardio, que é um dos desafios no combate ao câncer de intestino.
Via Folha Vitória