Uma rede complexa atravessa a fronteira entre EUA e México para abastecer cartéis mexicanos com armas compradas legalmente nos Estados Unidos. Armas são adquiridas em lojas e online, chegando em grande volume para sustentar conflitos internos e confrontos com autoridades no México.
Pessoas são contratadas para comprar e transportar rifles e munições, que são depois escondidos em veículos e até no corpo de transportadores. Corrupção e fiscalização fraca facilitam a passagem das armas, aumentando o desequilíbrio na segurança regional.
Uma cadeia logística complexa atravessa a fronteira entre os Estados Unidos e México, abastecendo cartéis mexicanos com armas compradas legalmente nos EUA. Armamentos adquiridos em lojas, feiras e plataformas online chegam em volume expressivo, sustentando conflitos internos e enfrentamentos com autoridades no México. Apesar das políticas rígidas em Washington, o fluxo permanece intenso, o que amplia o desequilíbrio da segurança regional.
Cidadãos norte-americanos são contratados para comprar rifles e munições, que depois são desmembrados e escondidos em veículos, embarcações e até no corpo de transportadores. Nem sempre são necessárias tecnologias sofisticadas; a corrupção e a fiscalização insuficiente facilitam a passagem das armas.
A presidente do México, Claudia Sheinbaum, destaca que impedir o ingresso desse armamento é fundamental para enfraquecer esses grupos criminosos. O ministro da Segurança, Omar Harfuch, alerta que hoje os cartéis contam com armamentos pesados, como lançadores de granadas e metralhadoras, aproximando-os de forças quase paramilitares.
Estima-se que centenas de milhares de armas cruzem a fronteira a cada ano, mas as apreensões são mínimas frente à quantidade total. A fronteira sul dos EUA funciona, na prática, como um corredor logístico para a guerra que afeta o México internamente, elevando os desafios para o controle e a segurança no país.
Via Danuzio News