O Banco Paulista anunciou a contratação de Marcelo Torresi como novo CEO, marcando o retorno de um executivo com experiência e conexão direta ao modelo tradicional bancário.
Torresi já liderou a instituição anteriormente e traz um histórico relevante, incluindo passagens por bancos e consultorias, visando reforçar o foco da empresa no middle market e ampliar a atuação para pessoas físicas.
A estratégia da nova gestão prioriza crescimento qualificado, com foco em produtos como crédito consignado e home equity, além da integração com a gestora GV Atacama para fortalecer a estrutura de capital.
O Banco Paulista anunciou a contratação de Marcelo Torresi como novo CEO, numa estratégia para retomar sua influência no mercado financeiro. Esta é a segunda vez que Torresi assume o comando do banco, que recentemente foi adquirido por Álvaro Augusto de Freitas Vidigal, conhecido como Guti.
Torresi já liderou o Banco Paulista entre 2010 e 2012 e tem uma trajetória com 13 anos no Banco Pecúnia, tendo sido CEO nos últimos anos naquele período antes da venda para o Société Générale. Ele também acumulou experiência em consultorias e conselhos, como no Banco Pan, além de atuar como chairman na Paranapanema e na Sequoia Soluções Logísticas.
Guti buscou um perfil de “bancário raiz” para guiar a nova fase do banco, ressaltando que, apesar de ter no quadro gestores de corretora, o modelo bancário exige outra expertise. Atualmente, o banco possui uma carteira de crédito de aproximadamente R$ 1,3 bilhão, concentrada no middle market.
A orientação agora é reduzir a exposição nesse segmento e ampliar a oferta para pessoas físicas, com foco em produtos como consignado e home equity. A estratégia envolve a integração entre o banco e a gestora GV Atacama, que estrutura fundos e certificados para reciclagem de capital.
Marcelo Torresi será responsável por estruturar a expansão, principalmente no consignado, enfatizando a importância da precificação correta e da qualidade operacional para evitar riscos. Guti mantém a ambição de crescimento da carteira entre 20% e 25% ao ano, confiando na agilidade que a nova gestão pode trazer.
Via Brazil Journal