A Equinor deu início à campanha de perfuração no projeto Raia, no pré-sal da Bacia de Campos, com investimento de US$ 9 bilhões. O campo deve começar a operar em 2028, produzindo gás natural, com participação da Petrobras e Repsol Sinopec Brasil.
O projeto Raia abrange as descobertas Pão de Açúcar, Gávea e Seat, com reservas superiores a 1 bilhão de barris de óleo equivalente. Possui FPSO para processar até 126 mil barris/dia e gasoduto de 200 km ligando a unidade de Cabiúnas, no RJ.
Além do óleo e gás, a Equinor adquiriu um parque eólico no Rio Grande do Norte com capacidade de 230 MW, reforçando sua presença em energia renovável no país. A estratégia visa fortalecer o crescimento apesar das atuais restrições do setor eólico e solar no Brasil.
A Equinor iniciou a campanha de perfuração no projeto Raia, localizado no pré-sal da Bacia de Campos, um investimento de US$ 9 bilhões e o maior do grupo norueguês fora de seu país. O campo produzirá principalmente gás e terá início das operações previsto para 2028, com a participação da Petrobras e da Repsol Sinopec Brasil. Serão perfurados seis poços usando o navio-sonda DS-17, o mesmo utilizado no campo Bacalhau, operado pela Equinor na Bacia de Santos.
Raia inclui as descobertas Pão de Açúcar, Gávea e Seat, com reservas recuperáveis superiores a 1 bilhão de barris de óleo equivalente (boe). O projeto contará com um FPSO capaz de processar até 126 mil barris por dia em óleo/condensado, e um gasoduto de 200 quilômetros conectará o sistema à unidade de Cabiúnas, Macaé (RJ). O gás será entregue ao sistema de transporte sem necessidade de planta de processamento, um diferencial offshore para o Brasil, segundo a companhia.
Além disso, a Equinor adquiriu um parque eólico no Rio Grande do Norte por meio da controlada Rio Energy, fortalecendo sua atuação no setor de energia renovável no país. O complexo Esquina do Vento terá capacidade de 230 MW, com produção destinada ao mercado livre de energia comercializada pela Danske Commodities, empresa do grupo.
O investimento em renováveis ocorre em um momento de restrições no setor eólico e solar causadas pelo curtailment. A Equinor espera retomar o crescimento nesse segmento, considerando o Brasil uma área estratégica para seus negócios.
Via Brazil Journal