A Alphabet, empresa controladora da Google, passou a Apple como a segunda maior empresa do mundo em valor de mercado, alcançando US$ 3,93 trilhões. A Apple ficou em terceiro, com US$ 3,83 trilhões, após queda nas ações nos últimos dias.
Essa mudança reflete o avanço da Alphabet no setor de inteligência artificial, que impulsionou suas ações. Enquanto isso, a Apple enfrenta atrasos em suas inovações, especialmente no lançamento de sua assistente virtual Siri, e não teve o mesmo desempenho na área de IA.
A Nvidia permanece como líder isolada, apesar de uma queda recente. A disputa pelo topo do mercado reflete a nova dinâmica entre as maiores empresas de tecnologia em 2026.
A Alphabet, controladora da Google, ultrapassou a Apple em valor de mercado, alcançando US$ 3,93 trilhões, enquanto a Maçã ficou com US$ 3,83 trilhões. Essa troca de posições acontece pela primeira vez desde 2019, devido a uma alta de 2,4% nas ações da Alphabet após o fechamento do mercado no dia anterior, enquanto as ações da Apple caíram quase 5% em seis dias.
Com esse movimento, a Alphabet assume o posto de segunda empresa mais valiosa do mundo, ficando atrás apenas da Nvidia, que permanece líder isolada com valor de mercado de US$ 4,5 trilhões. A empresa de chips, contudo, registra queda em relação a outubro de 2025, quando atingiu US$ 5 trilhões.
O cenário atual é reflexo do desempenho das companhias neste início de 2026. A Alphabet se destaca graças ao seu avanço no setor de inteligência artificial, reposicionando seu chatbot Gemini e lançando motores generativos de imagem e vídeo reconhecidos pela precisão e realismo, além de fortalecer sua presença no mercado de nuvem, impulsionada pela demanda por IA.
Já a Apple enfrenta desafios, principalmente por atrasos no lançamento de uma nova Siri, que seria a sua aposta no segmento de IA. Mesmo com uma expectativa de inovação, especialmente com o possível lançamento em setembro do seu primeiro celular dobrável, a Maçã ainda não tem se mostrado referência em ferramentas de inteligência artificial em seu ecossistema.
Via TecMundo