A Americanas finalizou 2025 com um caixa ampliado para R$ 942 milhões, um crescimento de 46% em relação ao início do ano. Apesar do avanço financeiro, a empresa enfrenta uma queda constante na base de clientes ativos, que diminuiu para 40,83 milhões em dezembro, após atingir o pico de 47,9 milhões em abril.
O número de lojas da rede fechou o ano em 1.470 unidades, uma redução em comparação a janeiro, refletindo o programa de transformação da varejista que inclui ajustes em áreas comerciais e fechamento de algumas lojas. A empresa segue em recuperação judicial, buscando equilíbrio financeiro mesmo diante dos desafios.
No último trimestre de 2025, as ações da Americanas tiveram alta de 4,66%, demonstrando reação positiva do mercado, mesmo com a retração na base de clientes. O cenário mostra os esforços da empresa para se adaptar no ambiente competitivo do varejo.
A Americanas reportou aumento no seu caixa ao final de 2025, acumulando cerca de R$ 942 milhões, valor que representa uma alta de 46% em relação a janeiro do ano anterior. Este avanço financeiro acontece mesmo com a companhia passando por uma redução contínua na sua base de clientes ativos, que caiu para 40,83 milhões em dezembro, frente a 41,71 milhões em novembro e 47,9 milhões em abril, considerado o ápice do ano anterior.
A redução no número de clientes ocorre desde abril, somando oito meses consecutivos de queda. Além disso, a rede encerrou o ano com um parque de 1.470 lojas, uma unidade a menos que o mês anterior e bem abaixo das 1.641 lojas registradas em janeiro de 2025. Essa movimentação é atribuída ao programa de transformação da empresa, que inclui ajustes como fechamento, diminuição ou aumento de áreas comerciais, e novas aberturas, segundo o relatório divulgado.
Apesar da retração na rede física, o número de lojas já mostra sinais de estabilidade no último trimestre, com leve variação entre 1.472 e 1.470 unidades. As ações da Americanas fecharam o dia de divulgação em alta de 4,66%, cotadas a R$ 5,62, demonstrando reação positiva do mercado, mesmo frente aos desafios na base de clientes.
O cenário reflete os ajustes e a adaptação da varejista, que ainda opera em regime de recuperação judicial, buscando equilibrar sua estrutura financeira enquanto revê sua presença física e a fidelização do público.
Via Money Times