Anvisa proíbe lote de leite condensado e suplementos sem certificação no Brasil

Anvisa proíbe venda de leite condensado contaminado e suplementos irregulares. Saiba quais produtos foram retirados do mercado.
06/02/2026 às 06:21 | Atualizado há 1 dia
               
Anvisa recolhe suplementos e lote de leite por irregularidades e origem desconhecida. (Imagem/Reprodução: Danuzionews)

A Anvisa proibiu a venda de um lote de leite condensado da marca La Vaquita após identificar altos níveis de bactéria Staphylococcus aureus, indicando risco de intoxicação alimentar.

Além disso, a agência retirou do mercado dois suplementos, Glicojax e Durasil, por falta de informações claras sobre procedência e por promessas não comprovadas.

A recomendação é que os consumidores evitem comprar esses produtos, especialmente em marketplaces, para garantir a segurança e a saúde.

A Anvisa proibiu a venda de um lote de leite condensado e retirou do mercado dois suplementos alimentares após identificar riscos à saúde. O leite condensado semidesnatado da marca La Vaquita apresentou altos níveis da bactéria Staphylococcus aureus em teste realizado pelo Laboratório Central de Saúde Pública Noel Nutels, indicando possibilidade de intoxicação alimentar.

Apesar da associação feita pela agência à empresa Apti Alimentos, esta negou qualquer ligação com o lote apontado e informou que o produto não faz parte do seu portfólio, sinalizando um possível erro na identificação da marca.

Além disso, a Anvisa interditou os suplementos Glicojax e Durasil por ausência de informações claras sobre procedência e fabricante. Os produtos circulavam com promessas não comprovadas, como controle da glicose no sangue, suporte ao sistema cardiovascular e melhora em funções específicas do corpo, alegações não respaldadas por evidências técnicas.

Mesmo com a proibição, os itens ainda podem aparecer em marketplaces como Shopee e Mercado Livre, o que levou a Anvisa e especialistas em vigilância sanitária a alertarem consumidores para verificar origem e confiabilidade antes da compra.

A fiscalização indica que o comércio de produtos sem registro ou origem não comprovada com alegações terapêuticas é irregular e pode oferecer perigo à saúde pública. A recomendação é evitar adquirir suplementos ou alimentos sem certificação oficial para prevenir riscos desnecessários.

Via Danuzio News

Artigos colaborativos escritos por redatores e editores do portal Vitória Agora.