A arrecadação federal em 2025 alcançou um recorde histórico, somando R$ 2,887 trilhões e apresentando crescimento real de 3,65% em relação a 2024, conforme dados da Receita Federal.
O crescimento foi impulsionado por medidas adotadas pelo governo e reflete a resiliência da economia, apesar da política monetária restritiva para controlar a inflação.
O resultado favorece o planejamento fiscal e o equilíbrio das contas públicas, garantindo sustentabilidade para as políticas públicas e mostrando a capacidade do Brasil de enfrentar desafios econômicos complexos.
A arrecadação federal de 2025 bateu recorde histórico, totalizando R$ 2,887 trilhões, com crescimento real de 3,65% em relação ao ano anterior, segundo dados divulgados pela Receita Federal. O resultado representa a maior soma desde o início da série histórica em 1995.
Esse avanço foi impulsionado por medidas de arrecadação adotadas pelo governo vigente e reflete a resiliência da economia brasileira, mesmo diante das condições impostas pela política monetária restritiva do Banco Central, que visa controlar a inflação.
Os recursos sob administração direta da Receita Federal cresceram 4,27% em termos reais, alcançando R$ 2,763 trilhões. Por outro lado, a arrecadação gerida por outros órgãos, especialmente com royalties do petróleo, apresentou queda de 8,40%, indo a R$ 123,612 bilhões no ano.
Dezembro também apresentou desempenho positivo, com arrecadação total de R$ 292,724 bilhões, aumento de 7,46% acima da inflação para o período. Essa recuperação no último mês contribuiu para o resultado anual recorde.
Esses números indicam que, mesmo com desafios externos e internos, a economia brasileira conseguiu manter a estabilidade na geração de receita, fator importante para o planejamento fiscal do governo e o equilíbrio das contas públicas.
Esse cenário favorece a sustentabilidade das políticas públicas e o financiamento das obrigações do governo federal, ao mesmo tempo em que sinaliza a capacidade do país em enfrentar um ambiente econômico complexo.
Via InfoMoney