Um asteroide conhecido como “assassino de planetas”, com até 1,4 km de diâmetro, passou a cerca de 12,4 milhões de km da Terra na última segunda-feira, 12 de janeiro de 2026. Essa distância equivale a 32 vezes a distância média entre a Terra e a Lua, garantindo segurança para nosso planeta.
Batizado como 2005 UK1, o corpo celeste foi descoberto em 2005 e pertence ao grupo dos maiores asteroides próximos da Terra, classificados como potencialmente perigosos. Mesmo assim, sua órbita atual mantém uma distância segura, sem risco de impacto.
O impacto de um asteroide desse tamanho poderia causar danos regionais e consequências globais. Por isso, cientistas, como os do Jet Propulsion Laboratory da NASA, continuam monitorando esses objetos para garantir a proteção da Terra.
Um asteroide de grande porte, com dimensões próximas a 1,4 quilômetros, conhecido como asteroide “assassino de planetas”, fez uma passagem relativamente próxima à Terra na última segunda-feira, 12 de janeiro de 2026. Embora seu tamanho seja considerável, ele não ofereceu nenhum risco ao planeta ao passar a cerca de 12,4 milhões de quilômetros, o equivalente a 32 vezes a distância média entre a Terra e a Lua.
Batizado como 2005 UK1, o corpo celeste foi avistado em 2005 pelo levantamento do Monte Lemmon, no Arizona. Seu diâmetro varia entre 0,6 e 1,4 quilômetros, o que o coloca entre os maiores asteroides que se aproximam do nosso planeta, estando no topo de 3% desse grupo. Embora classificado como “potencialmente perigoso”, a órbita atual do 2005 UK1 mantém uma distância segura, sendo que em seu ponto mais próximo orbita a uma distância maior que 19,5 vezes a distância lunar.
O impacto de um objeto desse porte traria danos regionais relevantes e poderia desencadear consequências globais devido à sua extensão e energia. Para efeito de comparação, o 2005 UK1 é maior que os asteroides ligados a eventos históricos como o meteoro de Chelyabinsk, de 2013, ou o de Tunguska em 1908.
Mesmo sendo um corpo volumoso, o asteroide não causou e não causará efeitos gravitacionais ou físicos sobre a Terra. Cientistas e órgãos como o Jet Propulsion Laboratory da NASA seguem monitorando com atenção esses objetos para garantir a segurança do planeta.
Via Forbes Brasil