Cerca de 100 astronautas de 20 países se reuniram em Mogi das Cruzes para o 36º Encontro Internacional da Associação de Exploradores Espaciais (ASE), realizado pela primeira vez na América Latina. O evento contou com representantes da NASA, ESA, JAXA e outras agências espaciais.
Foram apresentados planos futuros, como o programa Artemis da NASA, que planeja o retorno de humanos à Lua em 2026. Também foram debatidos temas importantes como o lixo espacial e o papel crescente do setor privado em missões lunares.
Além disso, a reunião destacou avanços tecnológicos, parcerias internacionais e pesquisas para o futuro da exploração espacial, incluindo a desativação da Estação Espacial Internacional prevista para 2030.
Em novembro, cerca de 100 astronautas se reuniram em Mogi das Cruzes para o 36º Encontro Internacional da Associação de Exploradores Espaciais (ASE). Pela primeira vez na América Latina, o evento reuniu representantes da NASA, ESA, JAXA, além das agências espaciais da Turquia, Canadá, China e Emirados Árabes Unidos, totalizando 20 países.
Durante o encontro, foram apresentados os planos futuros da exploração espacial, com destaque para o programa Artemis da NASA. Entre os destaques está o retorno planejado de humanos à órbita lunar em 2026 com Artemis II, seguida da missão Artemis III, que pretende levar astronautas à superfície da Lua usando o módulo Starship da SpaceX.
A Nasa informou que a Estação Espacial Internacional (ISS) será desativada em 2030, abrindo espaço para estações privadas e novas parcerias comerciais. A Agência Espacial Europeia também trouxe alertas sobre o crescente problema do lixo espacial, discutindo a necessidade de regras internacionais para evitar colisões e riscos em órbita.
Entre outras novidades, a agência japonesa JAXA anunciou melhorias no veículo de carga HTV-X, enquanto a Turquia apresentou seus avanços no programa espacial, incluindo seleção de astronautas e objetivos lunares. Destacaram-se ainda tecnologias de impressão 3D em microgravidade e pesquisas científicas em andamento para preparar a era pós-ISS.
O evento também reforçou o papel crescente do setor privado, com a SpaceX e Blue Origin desempenhando papéis críticos nas futuras missões lunares. Fora do eixo Artemis, China e Emirados Árabes Unidos apresentaram progressos em missões interplanetárias e exploração lunar.
Via Super