A Stone investe fortemente em inteligência artificial generativa para melhorar a eficiência operacional e aumentar receitas. Em 2025, a tecnologia é usada principalmente no atendimento ao cliente, alcançando 93% de avaliações positivas.
O uso da IA no atendimento também gera significativa economia e impulsiona negócios nos canais digitais. A empresa mantém um rigoroso controle para alinhar as iniciativas de IA com seus objetivos estratégicos.
Para 2026, a Stone pretende aprimorar ainda mais o uso da IA no atendimento e vendas, inovar para atender pequenos e médios negócios e fortalecer a cultura interna focada em inteligência artificial.
A Stone tem investido consistentemente em inteligência artificial generativa ao longo de 2025, com foco em eficiência operacional, aumento de receita e cultura orientada por dados. A estratégia envolve três frentes: escalar aplicações já consolidadas, testar novas soluções de forma ágil e expandir a adoção da tecnologia entre colaboradores com ferramentas como Gemini e NotebookLM.
O uso mais avançado da IA está no atendimento, que pode gerar economia de dezenas de milhões de reais ainda em 2025. O serviço registra 93% de avaliações positivas entre os clientes. No processo comercial, a geração de negócios impulsionada pela inteligência artificial generativa tem superado os números anteriores dos canais digitais, ampliando as receitas com mais eficiência.
Apesar dos avanços, a Stone enfrentou desafios importantes. Priorizar iniciativas que estejam alinhadas com os objetivos estratégicos da empresa exigiu um rigoroso framework de avaliação para mensurar resultados e evitar esforços dispersos. Outro ponto foi equilibrar a autonomia dos times com a governança necessária para manter a qualidade e o controle de custos das ações com IA.
Para 2026, a empresa traçou três prioridades: aprimorar os casos de uso em atendimento e vendas, inovar focando nas necessidades dos pequenos e médios negócios e fortalecer a cultura interna em torno da IA. O papel do líder humano na integração entre profissionais e agentes de IA é destaque, com ênfase no julgamento ético e estratégico, além da responsabilidade final pelas decisões.
Via TI Inside