Nos últimos 39 anos, o HIV causou a morte de 44 milhões de pessoas no mundo. Um avanço importante é o lenacapavir, medicamento que pode reduzir significativamente os efeitos da pandemia.
No Brasil, onde a Aids é controlada com relativo sucesso, o lenacapavir representa um passo relevante junto com outros tratamentos. A cooperação internacional e políticas públicas são essenciais para o controle da doença globalmente.
Ao longo dos últimos 39 anos, o HIV foi responsável pela morte de 44 milhões de pessoas mundialmente. Um avanço recente na luta contra a doença vem com o lenacapavir, o medicamento que tem se destacado como a melhor arma contra o HIV e promete diminuir significativamente os impactos da pandemia.
Em 1989, a reportagem que revelou o diagnóstico do cantor Cazuza foi um marco para o debate aberto sobre a doença no Brasil. Desde então, já se viu uma série de avanços nas pesquisas, desde a esperança em vacinas até tratamentos mais eficazes. Ainda que a cura definitiva não esteja disponível, o lenacapavir representa um passo importante junto a outros protocolos preventivos.
O Brasil é lembrado mundialmente pelo controle relativamente eficaz sobre a Aids. No entanto, há preocupações com países da África Subsaariana, onde o controle da doença depende fortemente da cooperação internacional e da implementação consistente de políticas públicas.
Para a erradicação da doença, é necessário que a ciência ultrapasse os laboratórios e se incorpore em políticas que atendam globalmente quem mais precisa. A cooperação entre economias e sistemas de saúde será essencial para transformar o progresso científico em resultados efetivos no combate ao vírus.
O cenário atual aponta para um futuro acessível e realista, em que a doença pode ser controlada com a ajuda de tratamentos como o lenacapavir, aproximando profissionais e pacientes do que muitos esperam chamar de o obituário da maldita.
Via Super