Bad Bunny destaca união e cultura antes de show no intervalo do Super Bowl

Confira como Bad Bunny prepara show no Super Bowl com foco na união e cultura latino-americana.
06/02/2026 às 14:41 | Atualizado há 5 horas
               
A descrição mistura o show do intervalo com o jogo, e a data está incorreta; o Super Bowl 60 será em fevereiro, não 8 e não há Seahawks nessa final. (Imagem/Reprodução: Forbes)

Bad Bunny se prepara para sua apresentação no intervalo do Super Bowl 60, com foco na união, cultura e raízes latino-americanas. O artista porto-riquenho quer transmitir uma mensagem de gratidão e pertencimento ao público global.

O cantor celebra suas conexões familiares e culturais, sem revelar detalhes do show, prometendo muita festa e diversão. A apresentação visa reforçar a presença da cultura latina em um dos eventos mais assistidos do mundo.

Além do aspecto cultural, Bad Bunny enfrenta críticas políticas, mas mantém seu posicionamento firme. Ele evita turnês nos EUA continental por questões de segurança e quer usar o palco do Super Bowl para fortalecer sua mensagem.

Bad Bunny está se preparando para sua apresentação no intervalo do Super Bowl 60, levando em conta sua família, amigos e raízes culturais. O cantor porto-riquenho, que recebeu o prêmio de Álbum do Ano no Grammy com Debí Tirar Más Fotos, pretende transmitir um sentimento de união ao público global em sua apresentação de 13 minutos.

O artista de 31 anos disse que seu maior sentimento é de gratidão, destacando a importância das pessoas ao seu redor e da cultura na sua trajetória. Ele mencionou estar mais animado pelo impacto que seu show terá nas pessoas do que por si mesmo. Para Bad Bunny, a apresentação será uma celebração sem spoilers, só prometendo diversão e muita festa, com elementos de sua cultura.

A escolha dele para o intervalo gerou críticas de figuras tradicionais, incluindo o ex-presidente Donald Trump, que classificou o convite como “absolutamente ridículo”. Bad Bunny é conhecido por suas posições firmes, tendo criticado as políticas de imigração de Trump e apoiado Kamala Harris para a eleição de 2024. No Grammy, fez um protesto direto ao pedir “Fora ICE”.

Ele também evita turnês no território continental dos EUA, preocupado com a possibilidade de fãs serem detidos por agentes de imigração. Depois de residir em Porto Rico, reconheceu estar sendo requisitado internacionalmente, o que o motivou a levar sua música para um palco tão importante como o do Super Bowl.

A apresentação reforçará o foco na cultura latino-americana e na sensação de pertencimento que ele deseja passar para a audiência global.

Via Forbes

Artigos colaborativos escritos por redatores e editores do portal Vitória Agora.