Banco Central determina liquidação extrajudicial da gestora Reag

Banco Central decreta liquidação da Reag após investigações em operação Compliance Zero.
15/01/2026 às 08:43 | Atualizado há 3 horas
               
A legenda destaca a liquidação após a ação da Polícia Federal na operação Compliance Zero. (Imagem/Reprodução: Investnews)

O Banco Central do Brasil decretou a liquidação extrajudicial da gestora Reag, após a Polícia Federal iniciar a segunda fase da operação Compliance Zero. A medida visa proteger o sistema financeiro diante de suspeitas de fraudes ligadas ao caso Master.

A decisão decorre de graves violações às normas financeiras e envolve o bloqueio dos bens dos controladores e ex-administradores da Reag. A ação integra os esforços para garantir a estabilidade do mercado e evitar prejuízos aos investidores.

A Reag havia aberto capital na B3 em 2025, mas as investigações indicaram irregularidades que motivaram a intervenção do Banco Central. O caso segue sob análise das autoridades competentes e novas atualizações são esperadas.

O Banco Central do Brasil decretou a liquidação extrajudicial da gestora Reag nesta quinta-feira, 15 de janeiro. A medida foi tomada após a Polícia Federal iniciar a segunda fase da operação Compliance Zero, ligada a investigações envolvendo fraudes no caso Master.

Segundo o Banco Central, a decisão foi motivada por graves violações às normas que regem as instituições financeiras no país. A Reag está enquadrada no segmento S4 da regulamentação, representando menos de 0,001% do ativo total ajustado do Sistema Financeiro Nacional (SFN).

A liquidação ocorre para garantir a proteção do sistema financeiro, com os bens dos controladores e ex-administradores da instituição ficando indisponíveis durante as apurações. O Banco Central informou que seguirá adotando as medidas cabíveis para investigar e eventualmente aplicar sanções administrativas conforme a legislação vigente.

Essa iniciativa faz parte do esforço das autoridades para resguardar a estabilidade do mercado financeiro e evitar prejuízos aos investidores, levando em conta as suspeitas levantadas na operação policial.

A Reag havia aberto seu capital na B3 em janeiro de 2025, substituindo a GetNinjas, mas as investigações recentes indicaram problemas que resultaram na decisão do Banco Central.

O caso segue em análise e novas atualizações devem surgir conforme o andamento das investigações pelas autoridades responsáveis.

Via InvestNews

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