A fintech Barte finalizou 2025 com receita superior a R$ 250 milhões e um volume de pagamentos próximo a R$ 10 bilhões, um crescimento significativo em relação aos R$ 1,5 bilhão registrados em 2024. A empresa mantém caixa operacional positivo e evita competir por preço, focando em infraestrutura própria e serviços integrados.
Cerca de 15% da receita vem de serviços tecnológicos, incluindo soluções de inteligência artificial, que impactam diretamente metade do faturamento. O investimento planejado de R$ 100 milhões em IA até 2027 visa aprimorar ainda mais a retenção de clientes e aumentar a eficiência dos serviços.
Além disso, a Barte aposta em inovação, como um módulo que recupera até 30% de receitas de vendas interrompidas e na personalização da antecipação de recebíveis para melhor atender o capital de giro das empresas. O foco para 2026 será no corporate banking e na possível integração de stablecoins, acompanhando regulamentações do Banco Central.
A fintech Barte encerrou 2025 com receita acima de R$ 250 milhões e volume total de pagamentos perto de R$ 10 bilhões, crescimento expressivo em relação aos R$ 1,5 bilhão de 2024. A empresa mantém caixa operacional positivo, adotando uma estratégia que evita competição por preço na adquirência, focando em infraestrutura própria, inteligência artificial e serviços financeiros integrados.
Cerca de 15% da receita da Barte vem de serviços tecnológicos, incluindo aplicações de IA, que também influenciam indiretamente 50% do faturamento, melhorando retenção e fidelização. O plano é investir R$ 100 milhões em inteligência artificial até 2027, reforçando o posicionamento da empresa no mercado.
A Barte destaca um módulo que recupera cerca de 30% de receitas de vendas interrompidas, usando algoritmos que acionam consumidores via assistentes de voz. Na área de corporate banking, quase todos os novos contratos combinam soluções de pagamentos, crédito e gestão de caixa, contemplando rendimentos de 100% do CDI mesmo em prazos curtos.
A antecipação de recebíveis, antes automática, agora é personalizada para atender à necessidade de capital de giro das empresas, aumentando a eficiência do capital. O quadro de funcionários dobrou em um ano, com receita anual por colaborador em milhões de reais.
Para 2026, a Barte planeja focar no corporate banking e avalia integrar stablecoins à sua infraestrutura de pagamentos, acompanhando o novo marco regulatório do Banco Central para ativos virtuais, vigente desde fevereiro.
Via Startupi