Um bebê de 1 ano e 9 meses sofreu queimaduras de segundo grau nos pés após um incidente durante uma atividade ao ar livre em uma creche na Serra. Ele ficou internado por 12 dias e recebeu alta hospitalar, mas ainda precisa de acompanhamento médico regular para refazer os curativos.
A creche informou que o acidente ocorreu durante um banho de mangueira na área externa em um dia quente, com socorro imediato e aviso à família. Contudo, familiares e médicos questionam essa versão, pois avaliam que a gravidade das queimaduras não corresponde à explicação da creche.
O caso está sendo investigado pela Polícia Civil com sigilo devido à presença de menor envolvido. Enquanto isso, a criança segue em tratamento e o episódio ressalta a importância da segurança em instituições que cuidam de crianças.
Um bebê de 1 ano e 9 meses que sofreu queimaduras de segundo grau nos pés enquanto participava de uma atividade na creche, na Serra, recebeu alta após 12 dias internado. Embora tenha saído do hospital, ele ainda faz retornos regulares ao Hospital Nossa Senhora da Glória, em Vitória, para refazer os curativos, sem previsão para o fim dessas visitas.
A mãe relatou que acompanham o dia a dia do tratamento, buscando adaptação aos cuidados necessários até a cicatrização completa. Segundo a direção da creche, a criança se queimou após um banho de mangueira na área externa durante um dia quente, quando a turma foi levada para uma atividade ao ar livre. A unidade afirmou que houve socorro imediato e comunicação aos responsáveis.
No entanto, a família e os médicos questionam essa versão, alegando que os ferimentos observados no bebê não condizem com a explicação da creche. O hospital confirmou que a gravidade das queimaduras não se encaixa na situação descrita pela instituição.
A creche Espaço Ver Crescer afirmou que mantém protocolos de segurança e está investigando internamente o ocorrido, além de estar à disposição das autoridades para esclarecimentos. O caso está sendo apurado pela Polícia Civil por meio da Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA), com os detalhes sob sigilo, conforme determina a lei para casos envolvendo menores.
O processo continua em andamento, enquanto o bebê segue em acompanhamento médico. O episódio destaca o cuidado necessário em instituições que atendem crianças, para evitar situações que resultem em danos físicos.
Via Folha Vitória