A startup Bliss captou R$ 57 milhões para ampliar sua plataforma de inteligência artificial, que auxilia corretores na venda de planos de saúde para pequenas e médias empresas. O aporte, liderado por Kfund e Grupo Bradesco, será usado para expandir operações para além de São Paulo, incluindo Rio de Janeiro e Brasília.
A Bliss atingiu o ponto de equilíbrio em 2025, com crescimento triplicado ao ano anterior. Sua solução automatiza tarefas, reduz fraudes e potencializa vendas, permitindo que corretores se concentrem no relacionamento com clientes.
O mercado brasileiro de planos de saúde movimenta cerca de R$ 300 bilhões ao ano, mas cobre só 25% da população, indicando grande potencial de crescimento para plataformas como a Bliss.
A startup Bliss captou US$ 11 milhões (R$ 57 milhões) para ampliar sua plataforma de inteligência artificial que auxilia corretores na venda de planos de saúde para pequenas e médias empresas (PMEs). A rodada foi liderada pelo Kfund e pelo Grupo Bradesco, com investimentos da Actyus e Clocktower Ventures.
Além desses, a Canary, que participou de uma pré-seed de R$ 10 milhões em 2022, e a SpeedInvest, que realizou uma rodada seed, continuam apoiando a empresa. O aporte deve ser usado para expandir as operações para mercados além de São Paulo, como Rio de Janeiro e Brasília, e reforçar as equipes de produto e tecnologia.
A Bliss atingiu o ponto de equilíbrio financeiro no final de 2025, com mais de R$ 300 milhões em prêmios, triplicando o crescimento em relação ao ano anterior, sustentado pelo uso intensivo de IA. A solução oferece uma agente chamada Fátima, que automatiza tarefas operacionais, reduz fraudes e amplia as vendas dos corretores, focando no atendimento personalizado.
Fernando Gonçalves, cofundador e CEO, ressalta que a automação dos processos manuais — um ponto crítico na distribuição de seguros saúde — permite que os profissionais concentrem esforços no relacionamento com os clientes. Segundo ele, a plataforma pode multiplicar por 4 a 5 vezes o volume de vendas dos corretores após dois anos de uso.
O executivo destaca que o mercado brasileiro ainda tem espaço para crescer, já que o segmento de planos de saúde movimenta cerca de R$ 300 bilhões por ano, mas cobre só 25% da população.
Via Startups